
A Câmara da Guarda e o Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública (PSP) assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de colaboração para a instalação de um sistema de videovigilância na zona histórica da cidade.
O acordo marca o início do processo, que vai ser conduzido pela PSP na obtenção dos pareceres e licenças necessárias, nomeadamente da Comissão Nacional de Proteção de Dados, para a sua implementação.
Os promotores ainda não adiantaram quantas câmaras serão colocadas e onde, mas o presidente da Câmara, Sérgio Costa, disse ao ALTITUDE que o sistema de videovigilância da Guarda pode custar «entre 200 mil a 300 mil euros, tendo em conta cidades similares à nossa».
Sérgio Costa considerou que «não se trata de um custo, mas de um investimento» para acabar com o vandalismo e os atos de violência na zona histórica. «A Guarda é uma cidade segura, como dizem as estatísticas da PSP e da GNR, agora, de vez em quando, há alguns episódios de vandalismo do património público. Serão atos isolados que importa impedir ou reduzir drasticamente», afirmou.
«É um sistema complementar à atuação e ao desempenho das forças de segurança, uma vez que permite, em tempo real, que se responda a determinado tipo de ocorrências porque está a ser visualizado 24 horas sobre 24 por agentes da autoridade», realçou, por sua vez, o comandante da PSP da Guarda, o superintendente António José Gomes Belo.