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Sérgio Costa formaliza candidatura «de união» ao PSD e promete relação «institucionalmente adequada» com o presidente da Câmara

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O antigo vice-presidente e agora vereador sem pelouros da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, apresentou esta segunda-feira publicamente a candidatura à comissão política concelhia do PSD.

Uma formalização que ocorre três meses e meio após o anúncio que fez logo no plenário de militantes em que Tiago Gonçalves, o actual líder dos social-democratas concelhios, comunicou que não se recandidataria a um segundo mandato.

Desde então Sérgio Costa viu serem-lhe retirados os pelouros e a confiança política pelo presidente da Câmara, que alegou «falta de lealdade» por parte do, até essa altura, número dois do município. E a pandemia manteve a intervenção política em confinamento, obrigando ao adiamento das eleições que chegaram a estar marcadas para 4 de Abril.

Agora, a menos de duas semanas da chamada às urnas (marcada para 27 do corrente mês), o candidato garante que «previamente ao plenário, e em primeiro lugar, informei o presidente da Câmara da minha vontade de servir o PSD e a Guarda como candidato a presidente da concelhia».

Quando à relação com Carlos Monteiro, Sérgio Costa promete, se for eleito para liderar o partido, que será «institucionalmente adequada» e sempre «com frontalidade» e «sem qualquer problema».

O vereador assegura que a candidatura é «de união, de agregação de militantes, de comunhão com os autarcas eleitos e de respeito pelos cidadãos da Guarda». E nessa perspectiva «todos cabem no PSD da Guarda».

Quanto a ser, ele próprio, candidato a presidente da Câmara, Sérgio Costa limita-se a referir que «não parto para este desafio com esse desafio ou sem esse objectivo».

«A seu tempo se verá quem será» o candidato. E «quem estiver em melhores condições para se candidatar à Câmara da Guarda, sê-lo-á», afirma. «Sem qualquer tabu», promete.

Destaca, no entanto, que o processo eleitoral autárquico na Guarda não pode ser equiparado ao dos restantes concelhos: «é a capital de distrito» e como tal a decisão deve ser articulada «com a comissão política nacional, com a distrital e com a concelhia».

Sobre a norma da recandidatura dos presidentes de câmara em funções, defendida por Rui Rio, o candidato à concelhia ressalva que «o conselho nacional do PSD ainda não tomou essa decisão de forma formal, seja ela qual for».

Sérgio Costa é assim o primeiro militante a apresentar-se publicamente às eleições marcadas para daqui a menos de duas semanas. E adianta que foi o primeiro a propor ao outro candidato, Júlio Santos, uma lista de consenso. Mas não obteve resposta, afirma.

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