
Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Manteigas, Seia, Gouveia, Castro Daire, Guarda, Fundão, Covilhã e Celorico da Beira vão participar na tradição secular da Rota da Transumância que vai ser recriada, a partir de sexta-feira, em 10 aldeias da Beira Baixa, da serra da Estrela e da serra de Montemuro, com o objetivo de sensibilizar para a necessidade de preservar a pastorícia.
«A pastorícia está a desaparecer e, com ela, toda uma identidade que está na génese das gentes beirãs. É imperativo preservar este legado e o turismo pode ser um instrumento para o fazer», defendeu a Destinature – Agência para o Desenvolvimento do Turismo de Natureza, promotora da Grande Rota da Transumância.
«A transumância é um património vivo: reúne saberes e práticas comunitárias, molda paisagens, reforça identidades locais e sustenta expressões culturais e gastronómicas profundamente enraizadas no interior», acrescentou.
Financiada pelo Programa Operacional Regional do Centro, no âmbito da Estratégia de Eficiência Coletiva do Plano de Ação do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE) “Explore: iNature & Center Geoparks 2030”, a Grande Rota da Transumância terá a sua primeira etapa na sexta-feira, em Castelo Branco.