
O presidente da Câmara da Guarda anunciou ontem na Assembleia Municipal que vai mandar abrir um inquérito na sequência de uma intervenção (no período destinado ao publico) feita por Gisela Valente, funcionária do Município da Guarda que foi vítima de assédio laboral na autarquia por parte de uma superior hierárquica. Gisela Valente pediu aos Deputados Municipais que aprovassem «recomendações firmes para a instauração imediata de um processo disciplinar» à trabalhadora da autarquia que foi condenada judicialmente e também «a constituição de uma comissão de inquérito para apuramento integral dos factos e responsabilidades», nomeadamente «o reembolso das despesas judiciais» que a câmara teve de suportar, bem como «o apuramento rigoroso das despesas associadas à defesa da trabalhadora condenada».
Várias Organizações ambientalistas alertam que as intervenções em na muralha de Trancoso estão a ameaçar uma colónia de aves migratórias (o andorinhão-preto) numa destruição irreversível dos locais de nidificação desta espécie, nesta altura do ano. Apelam às entidades responsáveis, nomeadamente ao município e à empresa a que foi adjudicada a obra que «suspendam de imediato os trabalhos e adotem medidas de mitigação urgentes».
O Centro Cultural de Celorico da Beira acolhe, até 20 de maio, a exposição “Cravos de Abril – Desafio Artístico Escolar”. A mostra de trabalhos artísticos sobre o 25 de Abril resulta de um desafio lançado pelo município aos alunos do 2º ciclo e secundário do Agrupamento de Escolas.