
Os exames nacionais do ensino secundário arrancam esta terça-feira com quase metade dos 166 mil alunos inscritos a realizar a prova de Português, que continua a ser feita em papel, mas vai ser corrigida, pela primeira vez, em formato digital. A partir das 11h30 começaram a sair alunos com o enunciado do exame nacional na mão e, segundo os relatos, para a maioria dos jovens o exame correu «bem» e muitos já contavam com as obras literária escolhidas para a prova, ainda assim, é certo que, para outros, o teste foi uma completa «surpresa» – uma vez que contavam com outras matérias.
A comemorar 150 anos, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses foi ao baú da memória para homenagear o fundador da corporação. Trata-se de Gerardo José Batoréu, um comissário da polícia que teve a ideia de fundar a Companhia de Bombeiros Voluntários da cidade, nos idos de 1876. A reunião fundadora foi assinalada no sábado com o descerramento de uma placa evocativa junto à casa onde nasceu a corporação, no Largo Frei Pedro, na presença dos descendentes de Gerardo José Batoréu, que ficaram surpreendidos com o protagonismo do trisavô.
A Casa Vergílio Ferreira – Para Sempre, em Melo, no concelho de Gouveia, tem patente uma exposição inteiramente dedicada ao romance “Manhã Submersa”, um dos títulos mais marcantes da obra de Vergílio Ferreira. Concebida a partir de uma investigação de Jorge Costa Lopes, do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, a exposição percorre «a génese, as polémicas e a permanente atualidade do romance que Vergílio Ferreira publicou em 1954.