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Júlio Santos quer «estabilidade», «harmonia» e «serenidade» no PSD, contra um «governo-sombra» na concelhia da Guarda

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O candidato à comissão política concelhia do PSD da Guarda, Júlio Santos, considera que há o risco de a estrutura a que concorre se transformar num centro de oposição à Câmara, se o adversário, Sérgio Costa, vencer as eleições internas do próximo sábado.

Na apresentação pública da candidatura, esta segunda-feira, o militante alertou para «intenções pouco claras e obscuros interesses de terceiros» que podem destruir «o capital político conseguido» e «instaurem um “governo-sombra” na concelhia».

«Não pode haver um PSD concelhio que esteja contra o PSD que dirige os destinos da Guarda», declarou.

Júlio Santos compromete-se, assim, a ser «o garante da estabilidade política, da harmonia e da serenidade». No caso de ser eleito, a próxima concelhia do PSD será «o escudo político do executivo municipal», para que este leve a cabo «a árdua tarefa de gerir o concelho sem areias na engrenagem». Contra um vereador agora sem pelouros que «está a fazer uma autêntica oposição».

Uma ideia reforçada pela candidata à presidência da mesa da assembleia concelhia do PSD, Ester Amorim: «Vamos deixar que este vereador queira agora destruir o que tanto custou a conquistar?», perguntou esta militante próxima de Rui Rio (que a nomeou para a comissão nacional de auditoria do partido), referindo-se a Sérgio Costa.

Júlio Santos revelou que houve conversações com o agora adversário interno, no sentido da apresentação de uma lista conjunta, para a qual propunha «um senador» como candidato a presidente da concelhia, tendo sugerido os nomes de Jacinto Dias ou José Gomes.

Mas acusa Sérgio Costa de ter inviabilizado esta solução, até pelos longos períodos de terão decorrido entre encontros e respostas. O antigo vice-presidente «não decide, pensa», conclui Júlio Santos.

Este candidato à liderança concelhia dos social-democratas não fugiu à questão sobre as autárquicas do próximo ano. «Carlos Chaves Monteiro é o nosso presidente de câmara, indubitavelmente», declarou. Mas frisou que «vamos aceitar quem a [comissão política] nacional do partido indicar» e «obviamente também conversar com a [comissão política] distrital».

Porém, ressalvando sempre que «vemos com bons olhos» que o actual presidente da Câmara seja «indicado pela nacional do partido».

Oiça aqui o podcast:

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