
A Unidade Local de Saúde da Guarda assinou um contrato de empreitada para a requalificação do edifício-sede, num investimento de cerca de 2,4 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O aviso que integrou projetos de construção e requalificação ao abrigo do PRR tinha sido publicado em julho, no Diário da República, contemplando a candidatura para o Pavilhão 7, apresentada pela ULS da Guarda.
A presidente do Conselho de Administração, Rita Figueiredo, refere que «esta comparticipação, considerada excecional, resulta da persistência do Conselho de Administração junto da tutela, desde outubro de 2024, quando assumiu funções» e que tem procurado desenvolver «as diligências necessárias para dar resposta aos problemas patentes no edificado» do Parque da Saúde.
As obras terão início a breve e deverão estar concluídas «no prazo de dez meses», adiantou a responsável pela unidade hospitalar.
A intervenção contempla a substituição integral da cobertura, o reforço do isolamento e a instalação de novos sistemas de climatização, bem como a melhoria das condições de acessibilidade. «Com esta requalificação, há muito aguardada, os serviços de saúde administrativos instalados no edifício passam a dispor de condições de trabalho mais adequadas e seguras», sublinhou.
A ULS da Guarda recorda ainda que já tinha investido mais de 50 mil euros na instalação de novos sistemas de climatização nos serviços de Cardiologia, Medicina B, Unidade da Dor, Unidade de AVC’s, Cuidados Paliativos e Oncologia Médica. Intervenções que «reforçam o compromisso da ULS da Guarda com a qualidade, eficiência e humanização dos cuidados de saúde, assegurando melhores condições tanto para os profissionais como para os utentes», salientou. A ULS da Guarda engloba os hospitais da Guarda e de Seia, assim como os cuidados de saúde em 13 dos 14 concelhos do distrito da Guarda, num total de 140 mil utentes.