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Comando Nacional de Emergência da GNR pode estar em risco se IMT não deixar instalações. Câmara disponível para ceder edifício

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A Câmara Municipal da Guarda está disponível para encontrar e disponibilizar novas instalações para os serviços do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, anunciou o presidente, Carlos Monteiro.

A antiga Direcção de Viação, que durante décadas funcionou em instalações precárias junto ao Parque Urbano do Rio Diz, ocupa desde há cerca de dois anos, o rés-do-chão do edifício novo da então empresa Estradas de Portugal (cuja sede distrital se mudou para a Estação após a fusão com a REFER e a criação da Infraestruturas de Portugal.

No primeiro piso do imóvel na Avenida Francisco Sá Carneiro encontra-se também a Secretaria de Estado da Acção Social.

Mas estas ocupações podem comprometer a instalação, na Guarda, do Comando Nacional da Unidade de  Emergência, Protecção e Socorro da GNR, uma estrutura que deslocará para a cidade um general e vários oficiais de alta patente, entre cerca de uma centena de operacionais.

Na escolha que a Guarda Nacional Republicana fez para a nova localização pesou a existência de edifício deixado vago pela Infraestruturas de Portugal e de toda a área envolvente, incluindo os anexos e os antigos armazéns.

Tratando-se de um espaço destinado a uma força de segurança, não há lugar a partilha de instalações.

A Secretaria de Estado da Acção Social não será um problema, pois desde o início que aquelas instalações são assumidas como provisórias e só a pandemia atrasou as obras que permitirão à equipa da secretária de Estado Rita Mendes ocupar o antigo antigo Palácio das Corporações. Um local, de resto, mais condigno com o funcionamento de um gabinete do Governo que diariamente recebe presidentes de câmara e dirigentes de instituições de todo o país.

É com IMT que as negociações estão mais difíceis, reconhece Carlos Monteiro.

O município está disposto a ir às últimas instâncias para encontrar uma solução que a não ponha em risco a instalação do comando da Unidade de  Emergência, Protecção e Socorro.

Carlos Monteiro quer chegar a acordo com todas as partes, custe o que custar. E refere que, no que depender da Câmara, a administração central não terá motivos para não instalar na Guarda aquela estrutura da GNR.

Ao mesmo tempo, o autarca espera que sejam cumpridas outras promessas que o Governo fez à cidade, como a do Centro Nacional de Educação Rodoviária ou a do Arquivo Central do Registo Automóvel.

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