
E não só a paisagem fica em cinzas depois da passagem das chamas, também os cultivos desaparecem, assim como a força de vontade dos produtores. Carlos Gonçalves, com 66 anos de idade, é um deles. Tinha soutos e todos os anos produzia entre 15 a 20 toneladas de castanhas no concelho de Trancoso. Em poucas horas viu os castanheiros arder e os soutos desaparecer.