
Depois da divulgação dos alunos colocados em cada instituição de Ensino Superior, a Escola de Turismo e Hotelaria, da Universidade Politécnica da Guarda (UPG), continua a ser «motivo de preocupação» para a comunidade escolar, sendo necessário, segundo o reitor da instituição, Joaquim Brigas, «fazer uma reflexão profunda» daqui em diante.
Naquele polo da UPG, localizado em Seia, num total de 66 vagas, distribuídas por cinco cursos, apenas ficaram colocados sete alunos. Joaquim Brigas não esconde que estamos perante «péssimos resultados», sobretudo quando falamos de uma «escola de referência na área da hotelaria e do turismo e que, muito por causa da localização, tem tido menos procura». O reitor da UPG nota que «tem havido um forte envolvimento e muito empenho por parte da autarquia na captação de novos alunos», pelo que o assunto merece, aos olhos de Joaquim Brigas, «uma reflexão profunda sobre os resultados que temos vindo a registar neste polo nos últimos anos».
De qualquer das formas, Joaquim Brigas garante que a instituição de ensino guardense «está preparada para fazer as alterações e a adequação destes cursos com baixíssima procura para soluções interessantes para o mercado – tirando partido dos recursos materiais e humanos que temos na instituição».