
A 86ª Volta a Portugal em Bicicleta começa esta quarta-feira, na Maia, e chega à Guarda uma semana depois, a 13 de agosto, antes da subida à Torre, no final de uma etapa que sai do Sabugal.
A principal prova velocipédica no nosso país vai decorrer até dia 17, contando no primeiro dia com um prólogo na Maia, que vai definir o primeiro camisola amarela desta edição. O pelotão, formado por mais de uma centena de ciclistas de 15 equipas, nove das quais portuguesas, vai depois enfrentar nove etapas que incluem 28 contagens de montanha e 27 metas volantes. A primeira tirada em linha corre-se esta quinta-feira e liga Viana do Castelo a Braga. Seguem-se Felgueiras-Fafe (sexta) e Boticas-Bragança (sábado). A 10 de agosto, a Senhora da Graça, depois de uma longa etapa com partida em Bragança, será o primeiro ponto de possíveis decisões. No dia seguinte, o pelotão vai ligar Lamego a Viseu, cidade que vai acolher o dia de descanso a 12 de agosto.
A segunda fase da Volta abre com uma chegada à Guarda e depois à Torre. Dois epílogos com subidas que podem voltar a decidir a camisola amarela. A 13 de agosto, o pelotão regressa à estrada para ligar Águeda à Guarda, ao fim de 175,2 quilómetros. A sexta etapa termina na difícil subida empedrada para o Jardim José de Lemos, onde a meta coincide com uma contagem de montanha de terceira categoria. Não será a única. A jornada tem mais duas da mesma categoria e outras duas de segunda, a primeira das quais ao quilómetro 19,4. No dia 14 será a Torre o destino dos ciclistas, após 179,3 quilómetros desde o Sabugal. A exigente escalada até ao ponto mais alto de Portugal continental – são pouco mais de 20 quilómetros pelo lado da Covilhã – é a única contagem de categoria especial da Volta que vai fazer a derradeira seleção na classificação final. Ferreira do Zêzere-Santarém (15 de agosto) e Alcobaça-Montejunto (dia 16) antecedem o final da Volta, que termina a 17 de agosto com um contrarrelógio individual entre Oeiras e Lisboa.