
Mickael Carreira e Toy são os artistas convidados para mais uma edição da Feira Farta que irá decorrer no primeiro fim-de-semana de setembro (6 e 7) no largo do Mercado Municipal. A iniciativa volta a reunir as freguesias do concelho para promover os produtos endógenos, os saberes e os sabores locais. O certame está englobado na agenda “Guarda o Verão” apresentado esta tarde em conferência de imprensa. Segundo o presidente do município, Sérgio Costa «são mais de 150 atividades para todos os gostos e feitios» com destaque para iniciativas que irão decorrer ao ar livre um pouco por toda a cidade e concelho.
De 24 a 31 de julho, regressa o SIAC-Simpósio Internacional de Arte Contemporânea, com diversas expressões artísticas como pintura, escultura, gravura, fotografia, arte digital e urbana, poesia e música. No dia 30 de julho irá decorrer o recital “Um Piano no Pátio”, por Mário Laginha, integrado na apresentação do nº47 da Revista Cultural Praça Velha, a propósito das comemorações do 85º aniversário do Museu da Guarda.
Numa programação do TMG fora de portas, estrutura que celebra 25 anos, terá lugar o Festival Aguarda Músicas do Mundo, de 19 a 25 de julho, na Praça Luís de Camões. Também na Praça Velha seguir-se-á de 6 a 9 de agosto o Festival de Blues. A fechar o mês de agosto irá decorrer o EFE-Festival Bandas de Cá. Em setembro (17 a 20) é a vez do 16º Contradança-Festival de Dança e Movimento. Do programa que pretende celebrar o Verão na cidade mais alta, consta ainda a 3ª edição do BatuFest-Festival de Percussão de Gonçalo e a continuação dos Festivais de Cultura Popular.
Destaque ainda para o estágio de Verão Estrela Music Summer Camp-Guarda Music Fest que regressa à Guarda entre 15 e 24 de agosto, com o patrocínio da Fundação BPI/La Caixa, promovendo concertos em vários pontos da cidade.
No desporto, destaque para a chegada de uma etapa da Volta a Portugal em Bicicleta a 13 de agosto.
Mais uma vez não haverá festas da cidade, porque segundo o presidente do município, Sérgio Costa, o orçamento para a realização dessa atividade «seria incomportável para os cofres da autarquia fazer uma despesa de centenas de milhares de euros», uma vez que «não podemos fazer tábua rasa nem apagar com uma borracha as decisões que foram tomadas pela oposição nestes anos ao chumbarem o orçamento e empréstimos. Temos de canalizar esse dinheiro para as obras na cidade e no concelho».