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Catarina Martins ainda não fala de eleições autárquicas. A coordenadora do Bloco de Esquerda esteve este domingo na Guarda a inaugurar a nova sede do partido e a Rádio perguntou-lhe se já tem estratégia para as próximas eleições e se o partido estará disponível para um eventual entendimento pré-eleitoral entre à equerda, de apoio a uma candidatura única à Câmara da Guarda. A dirigenterespondeu que ainda não é o tempo certo para falar do assunto, mas adiantou que o Bloco partirá sempre de uma estratégia própria e «progressista». Até porque há divergências com aquele que podia ser o parceiro nesta solução, o PS,  por exemplo no que toca à descentralização de competências. Catarina Martins está contra o processo que o Governo pôs em marcha, após entendimento com o PSD. O que se está a fazer é acentuar as desigualdades e, na prática, a criar uma municipalização de responsabilidades do Estado. 

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Na primeira sessão de 2020 da Assembleia Municipal da Guarda, o PS quis fazer a exploração política das desavenças na maioria PSD. Álvaro Amaro abadonou o cargo de presidente da Câmara há quase um ano e o que deixou foi um clima de «ingovernabilidade», acusou o líder da bancada e da concelhia, António Monteirinho, apontando responsabilidades a vários dos actuais protagonistas.

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A Guarda pode vir a receber um projecto piloto de concentração das forças de segurança num só conjunto de instalações, com vários serviços partilhados: vai ser no actual quartel da GNR que poderá também acolher o comando distrital da PSP. A revelação foi feita pelo presidente da Câmara, Carlos Monteiro, na última Assembleia Municipal. A proposta está a ser analisada pelo Governo e a ideia é concentrar as forças de segurança naquele grande espaço, actualmente ocupado pela GNR, permitindo também a abertura da rua de ligação do Jardim José de Lemos ao Bonfim.

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O Hospital da Guarda é a unidade de referência na região Centro para o tratamento de doentes com o COVID19, o coronavírus que pode vir a causar epidemia também em Portugal. A revelação foi feita pela médica Adelaide Campos, que está ligada ao processo, na edição desta semana do programa da Rádio “O Mundo Aqui”. Mesmo que o surgimento de um grande número de casos leve à activação de outros meios de contingência, o ponto de partida do plano coloca o Hospital da Guarda como o mais bem preparado para uma situação destas. Isto devia ser um motivo de orgulho para a Unidade Local de Saúde e para a cidade, sublinha a médica, porque é o reconhecimento das condições e da capacidade do novo bloco do Hospital Sousa Martins. E se a segunda fase não tivesse sido cancelada, há quase oito anos, podia também estar a ser constituída uma unidade de referência em pediatria. Além dos meios físicos e técnicos, a equipa de profissionais de saúde, que será coordenada pelo pnemologista Luís Ferreira, constitui outro forte argumento. É esta estrutura que vai receber, numa zona de isolamento, os casos sinalizados. E Adelaide Campos diz-se incrédula ao ler e ouvir certas posições em relação ao facto de o Hospital da Guarda querer colocar-se na linha da frente, afinal, na missão que é suposto cumprir: prestar cuidados de saúde.

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O vice-presidente da Câmara, Sérgio Costa, é candidato à presidência da concelhia da Guarda do PSD. Anunciou a decisão num plenário de militantes, realizado esta noite, que deu início ao processo eleitoral para os órgãos locais do partido. O actual presidente, Tiago Gonçalves, confirmou que não se recandidata, cumprindo assim apenas um mandato à frente da estrutura social-democrata da capital do distrito. As eleições estão marcadas para 4 de Abril.

Este sábado há música popular para ouvir no TMG. É o Cancioneiro de Videmonte apresentado com uma roupagem de modernidade: a junção das vozes das mulheres da aldeia do concelho da Guarda com o contributo de vários músicos convidados. Participam neste projecto, entre outros, o músico César Prata, bem conhecido pelo trabalho de recolha na área das tradições orais ligadas à musicalidade.

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A candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura voltou a ser motivo de conversa na edição desta semana do programa de debate político da Rádio, com um dos comentadores, Pedro Pires, a testemunhar que consultou a página oficial, na qual constatou existir uma completa falta de informação. «Apresentação medonha», é como a classifica. Por estes e por outros indicadores de aparente ausência de acção, Pedro Pires sugere que os eleitos pela oposição na Câmara e na Assembleia Municipal convoquem o responsável técnico da candidatura para prestar esclarecimentos.

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