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O vice-presidente da Câmara, Sérgio Costa, é candidato à presidência da concelhia da Guarda do PSD. Anunciou a decisão num plenário de militantes, realizado esta noite, que deu início ao processo eleitoral para os órgãos locais do partido. O actual presidente, Tiago Gonçalves, confirmou que não se recandidata, cumprindo assim apenas um mandato à frente da estrutura social-democrata da capital do distrito. As eleições estão marcadas para 4 de Abril.

Este sábado há música popular para ouvir no TMG. É o Cancioneiro de Videmonte apresentado com uma roupagem de modernidade: a junção das vozes das mulheres da aldeia do concelho da Guarda com o contributo de vários músicos convidados. Participam neste projecto, entre outros, o músico César Prata, bem conhecido pelo trabalho de recolha na área das tradições orais ligadas à musicalidade.

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A candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura voltou a ser motivo de conversa na edição desta semana do programa de debate político da Rádio, com um dos comentadores, Pedro Pires, a testemunhar que consultou a página oficial, na qual constatou existir uma completa falta de informação. «Apresentação medonha», é como a classifica. Por estes e por outros indicadores de aparente ausência de acção, Pedro Pires sugere que os eleitos pela oposição na Câmara e na Assembleia Municipal convoquem o responsável técnico da candidatura para prestar esclarecimentos.

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Começou em Trancoso a Feira do Fumeiro e dos Sabores. Neste fim-de-semana e no próximo, o pavilhão multiusos da cidade recebe cerca de 70 produtores de enchidos e fumados, queijos, pão, doçaria, vinhos, mel, azeite e artesanato regional. O certame já vai na 17ª edição e o presidente da Câmara, Amílcar Salvador, diz que é importante para promover o território.

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É preciso explicar e debater o que se quer fazer da cidade. O alerta é deixado pelo coordenador do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia da Guarda. Na edição desta semana do programa “Local Global”, na Rádio, Fábio Pinto considerou que tem havido muita polémica à volta de projectos de requalificação por falta de informação. É importante que a câmara apresente os planos, indo ao encontro da cidade. De outro modo, sobra a polémica, alimentado por um debate nas redes sociais, por vezes mal informado.

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O PCP reflectiu sobre a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura e chegou a uma conclusão: seria um erro que este processo não deixasse, pelo menos, algumas raízes no panorama cultural da cidade. O coordenador regional do partido reconhece que é uma oportunidade de desenvolvimento, mas sublinha que a candidatura não deve ser vista como se de um mero evento cultural se tratasse. Vladimiro Vale acha que tudo isto tem de ser encarado como uma grande oportunidade para trabalhar a sério numa verdadeira política cultural acessivel e com o envolvimento de todos.

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Tiago Gonçalves não quer continuar a ser presidente da concelhia da Guarda do PSD. Ainda não é oficial, pois quer primeiro comunicar a decisão aos militantes, num plenário marcado para hoje que dará início ao processo eleitoral para a nova estrutura. Mas na edição desta manhã do programa de debate político da Rádio “Quarto Poder”, já deixou sinais de que não se recandidata. Declaração que não oferece dúvidas ao outro comentador do programa, Pedro Pires: Tiago Gonçalves vai mesmo deixar a concelhia social-democrata. E agora, considera, abre-se uma incógnita no futuro do PSD e sobretudo no futuro do executivo da Câmara, não sendo sequer de afastar o cenário de eleições intercalares. Isto porque Pedro Pires antevê que Álvaro Amaro irá estar muito activo, nas próximas semanas, na vida do PSD da Guarda, ao ponto de já ter escolhido o candidato que patrocinará para a concelhia: poderá ser o actual vice-presidente da Câmara, Sérgio Costa, que na análise do comentador é uma das duas apostas do agora eurodeputado para a lista às próximas autárquicas. A outra será Cidália Valbom, presidente da Assembleia Municipal. Pedro Pires diz estar a assistir a uma estratégia para afastar Carlos Monteiro da presidência da Câmara, mas considera que o processo para a concelhia do PSD não se esgota na solução que possa avançar por influência de Álvaro Amaro. Há outras hipóteses, como Júlio Santos, Jacinto Dias e João Prata. Ou o próprio presidente da Câmara, Carlos Monteiro. Já Tiago Gonçalves não vê no horizonte a possibilidade de eleições autárquicas intercalares. Seria uma estratégia errada e politicamente perigosa para o PSD, contrapõe. E reitera que, mesmo fora concelhia do PSD, irá manter-se fiel ao projecto autárquico até Setembro de 2021, na primeira linha da defesa do executivo municipal, e dos restantes eleitos, enquanto deputado e líder de bancada na Assembleia.

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