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Agora que até existe um Ministério para a Coesão Territorial vamos lá, então, avançar para a regionalização.O desafio é de Paulo Fernandes. O presidente da Câmara do Fundão considera que mais de vinte anos depois do anterior referendo o país mudou, estamos mais informados acerca de benefícios e desvantagens desta possível alteração política e é preciso lançar o debate. Até para dar sequência ao trabalho da comissão técnica para a descentralização, refere.

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«Ver para crer». É desta forma que o presidente da Câmara de Seia resume a recente reunião com o conselho de ddministração da Unidade Local de Saúde da Guarda e fala dos compromissos assumidos. Carlos Filipe Camelo quer acreditar que as garantias dadas pela direcção da ULS sejam mesmo para concretizar: uma nova médica de família no Centro de Saúde da cidade já no início de Novembro e mais três vagas a abrir em breve; novo equipamento de Raio X no Hospital Senhora da Assunção; contratações para colmatar carências em várias especialidades (como urologia e ortopedia) e  uma nova vaga para  medicina interna. O autarca de Seia duvida que tudo isto, no quadro actual, seja tão fácil de concretizar. Por isso vai também pedir reuniões à ministra da Saúde e ao primeiro-ministro.

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A ministra do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social diz que o Governo está em condições de garantir que a fábrica da DURA, em Vila Cortês do Mondego, continuará a funcionar. Com redução de pessoal (66 trabalhadores vão ser alvo de despedimento colectivo, permanecendo cerca de 90 ao serviço) mas com tempo para encontrar «novos projectos».Conseguir que a unidade não feche, como esteva no horizonte, é uma pequena vitória, assinala Ana Mendes Godinho. E agora a preocupação é também com o apoio a quem perde o posto de trabalho. A reunião na Guarda, com a Comissão de Trabalhadores da DURA, foi o primeiro acto público da nova ministra e teve lugar no edifício do antigo Governo Civil, onde deverá ficar instalado o gabinete da secretária de Estado da Acção Social, Rita Cunha Mendes.

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É a castanha que serve de motivo para mais um convívio entre as populações dos Fóios e de Eljas. Mas as duas aldeias, separadas pela fronteira, nem precisam de pretexto: a cumplicidade foi construída nos tempos do contrabando e reforçada há muitos anos quando José Manuel Campos era presidente da junta dos Fóios e a freguesia do concelho do Sabugal começou a colaborar institucionalmente com  a autarquia espanhola.

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Foi a última intervenção de arte pública numa rotunda ainda iniciada na era de Álvaro Amaro à frente da Câmara da Guarda. E tudo indica que demorará a ficar concretizada ou, o mais certo, que a anunciada "homenagem à ferrovia", no cruzamento entre as avenidas da Estação e de São Miguel, ficará apenas pelo troço de uma linha de comboio assente numa ponte de betão, sem locomotiva nem carruagem. As obras da rotunda estão prontas mas falta o material circulante que deveria inegrar a intervenção. Numa negociação conduzida já pelo actual presidente, Carlos Monteiro, a CP ter-se-ia disponibilizado a ceder para o local uma locomotiva diesel desactivada da série 1400 e uma velha carruagem da marca Schindler [ver notícia aqui]. Isto depois de ter sido inviabilizado o projecto inicial, que compreendia a colocação de uma locomotiva ALCO 1500 e uma instalação arquitectónica que simularia uma composição ferroviária. Só que o Governo, após a chegada de Pedro Nuno Santos ao cargo de ministro das Infraestruturas, decidiu apostar no restauro e na reabilitação de material ferroviário, para colocar em circulação dezenas de locomotivas e carruagens que se encontravam imobilizadas e a degradar-se, por exemplo, no Entroncamento e em Contumil. E as Schindler, que operavam sobretudo na Linha do Douro, foram as primeiras a ser rebocadas para as oficinas, de onde sairão para reforçar o transporte de passageiros. No 22 de Outubro um comboio especial percorreu a Linha do Norte [ver aqui], levando as primeiras quatro locomotivas e onze carrugens para as oficinas da EMEF, a empresa de manutenção de equipamento ferroviário. Ou seja: na nova estratégia da CP dificilmente haverá lugar à cedência de equipamentos para fins ornamentais, a não ser os que estejam contratualizados com o Museu Nacional Ferroviário ou com outros núcleos museológicos. A Câmara da Guarda não sabe, por isso, se vai ter elementos para estacionar no troço de linha sobre a rotunda. Certo é que já não será inaugurada no Dia da Cidade, 27 de Novembro, como chegou a estar previsto. E por tempo indeterminado ficarão apenas os carris à espera do comboio.

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No Sabugal decorre um concurso fotográfico que é um roteiro para guardadores de memórias e registo de riquezas naturais. Imagem, natureza e património motivam o Naturcôa.

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A castanha é o principal ingrediente dos sabores de Outono que estão em certame nos dois primeiros fins-de-semana de Novembro em Trancoso. Uma feira em dois tempos, essencial para a promoção de um símbolo da economia do concelho, diz o presidente da Câmara, Amílcar Salvador.

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