Actualidade

Universidade Politécnica: é a nova designação dos institutos, que o reeleito presidente do Conselho Coordenador dos Politécnicos pretende instituir, nos próximos dois anos, a pensar na internacionalização. Pedro Dominguinhos diz que é necessário olhar para o mundo,  mas sem deixar de ter em conta a necessidade de melhor articulação com as comunidades envolventes de cada escola. O também presidente do Politécnico de Setúbal defende uma afirmação enquanto parceiros activos de uma poliítica de coesão territorial.

Oiça aqui:

Luis Soares foi eleito este fim-de-semana pte da comissão politica distrital da JSD. O militante de Manteigas derrotou Ângelo Videira dos Santos, de Pinhel, e vai dirigir a estrutura nos próximos dois anos. Já com o grande desafio das autárquicas do próximo ano no horizonte, o novo líder promete empenhamento total na campanha, mas com uma condição: que os jovens sejam ouvidos. Em relação ao próximo acto eleitorais internos (para as concelhias mas sobretudo para  distrital do PSD), Luis Soares quer o distanciamento da estrutura que agora passa a dirigir. Porque a JSD não pode nem deve ser um instrumento ao serviço de eventuais candidatos. Em entrevista à Rádio, o novo dirigente dos jovens social-democratas fala também do programa que pretende cumprir no mandato que inicia. E sobre o facto de a estrutura de juventude do PSD não ser, há vários anos, liderada por um militante da capital do distrito, Luís Soares destaca o trabalho da actual concelhia e assegura que a Guarda está bem representada na nova direcção, tendo até uma das vice-presidências. No congresso dos jovens social-democratas, que decorre em Fornos de Algodres, o militante de Manteigas obteve 33 votos, contra 27 no outro candidato, Ângelo Videira dos Santos, de Pinhel. Houve ainda 3 votos em branco.

Oiça aqui:

Nunca houve um tão grande consenso na Assembleia Municipal da Guarda à volta de uma proposta da Câmara. A abertura de concurso público para a concessão e exploração dos transportes urbanos de passageiros [ver aqui] foi aprovada por unanimidade, mas não recebeu apenas a totalidade dos votos dos deputados. Mereceu elogios, da esquerda à direita. Partidos falam em «novos tempos», «decisão histórica», «transparência» e «reestruturação digna», destacando o fim do recurso a ajustes directos.

Oiça aqui:

Catarina Martins ainda não fala de eleições autárquicas. A coordenadora do Bloco de Esquerda esteve este domingo na Guarda a inaugurar a nova sede do partido e a Rádio perguntou-lhe se já tem estratégia para as próximas eleições e se o partido estará disponível para um eventual entendimento pré-eleitoral entre à equerda, de apoio a uma candidatura única à Câmara da Guarda. A dirigenterespondeu que ainda não é o tempo certo para falar do assunto, mas adiantou que o Bloco partirá sempre de uma estratégia própria e «progressista». Até porque há divergências com aquele que podia ser o parceiro nesta solução, o PS,  por exemplo no que toca à descentralização de competências. Catarina Martins está contra o processo que o Governo pôs em marcha, após entendimento com o PSD. O que se está a fazer é acentuar as desigualdades e, na prática, a criar uma municipalização de responsabilidades do Estado. 

Oiça aqui:

Na primeira sessão de 2020 da Assembleia Municipal da Guarda, o PS quis fazer a exploração política das desavenças na maioria PSD. Álvaro Amaro abadonou o cargo de presidente da Câmara há quase um ano e o que deixou foi um clima de «ingovernabilidade», acusou o líder da bancada e da concelhia, António Monteirinho, apontando responsabilidades a vários dos actuais protagonistas.

Oiça aqui:

A Guarda pode vir a receber um projecto piloto de concentração das forças de segurança num só conjunto de instalações, com vários serviços partilhados: vai ser no actual quartel da GNR que poderá também acolher o comando distrital da PSP. A revelação foi feita pelo presidente da Câmara, Carlos Monteiro, na última Assembleia Municipal. A proposta está a ser analisada pelo Governo e a ideia é concentrar as forças de segurança naquele grande espaço, actualmente ocupado pela GNR, permitindo também a abertura da rua de ligação do Jardim José de Lemos ao Bonfim.

Oiça aqui:

O Hospital da Guarda é a unidade de referência na região Centro para o tratamento de doentes com o COVID19, o coronavírus que pode vir a causar epidemia também em Portugal. A revelação foi feita pela médica Adelaide Campos, que está ligada ao processo, na edição desta semana do programa da Rádio “O Mundo Aqui”. Mesmo que o surgimento de um grande número de casos leve à activação de outros meios de contingência, o ponto de partida do plano coloca o Hospital da Guarda como o mais bem preparado para uma situação destas. Isto devia ser um motivo de orgulho para a Unidade Local de Saúde e para a cidade, sublinha a médica, porque é o reconhecimento das condições e da capacidade do novo bloco do Hospital Sousa Martins. E se a segunda fase não tivesse sido cancelada, há quase oito anos, podia também estar a ser constituída uma unidade de referência em pediatria. Além dos meios físicos e técnicos, a equipa de profissionais de saúde, que será coordenada pelo pnemologista Luís Ferreira, constitui outro forte argumento. É esta estrutura que vai receber, numa zona de isolamento, os casos sinalizados. E Adelaide Campos diz-se incrédula ao ler e ouvir certas posições em relação ao facto de o Hospital da Guarda querer colocar-se na linha da frente, afinal, na missão que é suposto cumprir: prestar cuidados de saúde.

Oiça aqui: