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Os números mostram que o termalismo em Portugal cresceu este ano, tanto ao nivel dos frequentadores das estâncias termais como em volume de negócios (particularmente na região Centro do país). O chamado termalismo do bem-estar tem aumentado, mas o grande crescimento em 2019 regista-se na área terapêutica, que estava praticamente em estagnação. No distrito, dois dos complexos termais de referência situam-se em Longroiva (no concelho da Meda) e no Cró (concelho do Sabugal). Cristina Mota, directora dessas termas (que são geridas pelo mesmo grupo) confirma a tendência de crescimento registada este ano.

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Um debate sobre a representatividade política dos territórios marcou a rentrée do PSD na Guarda. O presidente da concelhia, Tiago Gonçalves, diz que é preciso voltar ao trabalho depois da derrota nas eleições. Há mais lutas pela frente.

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Está a provocar polémicaa eventual construção de uma refinaria de bagaço de azeitona na freguesia de Cogula, no concelho de Trancoso. A população já manifestou receios, por considerar que o investimento poderá provocar  a contaminação de solos e linhas de água. Mas por parte do município o presidente Amílcar Salvador esclarece que até agora não deu entrada qualquer pedido de licenciamento. Se tal acontecer, a Câmara será rigorosa no cumprimento da legislação, garante.

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Com a vindima praticamente feita há já a certeza de que este ano vai ser uma boa campanha. Em relação a 2018 aumenta a produção de uvas (à volta dos 35 a 40 por cento) e a qualidade da colheita também se prevê muito positiva. A produção voltou aos registos normais, explica Rodolfo Queirós, presidente da Comissão Vitivinicola Regional da Beira Interior. Anormal foi a quebra do ano passado. As condições climáticas ajudaram e a Beira Interior produziu, no total, cerca de 28 milhões de quilos de uvas.

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O presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres garante que a autarquia assume os compromissos e não tem dívidas em atraso, apesar de continuar tecnicamente em situação de rutputa financeira. Fazer o saneamento das contas tem sido um dos propósitos de Manuel Fonseca, desde que chegou ao cargo em 2013.

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O empresário Luís Veiga, que dirige o maior grupo hoteleiro da região, espera que a política de turismo não sofra nenhum género de quebra com a saída da secretária de Estado Ana Mendes Godinho. Há um legado, sobretudo na aposta do Interior, que o investidor defende que deve ter continuidade.

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Duas autarquias vizinhas (ambas governadas pelo Partido Socialista) decidiram seguir caminhos totalmente opostos. Em Trancoso todas as competências que o Governo propôs transferir para os municípios, nesta primeira fase, foram rejeitadas pela Câmara [ver notícia anterior aqui]. A autarquia recusou as diversas áreas porque a responsabilidade não vinha acompanhada do respectivo envelope financeiro.Pelo contrário, mesmo ao lado, a Câmara da Meda decidiu aceitar todas as competências. O presidente não acha que tenha sido um exagero e justifica a decisão: se tem mesmo de ser, que seja já. A autarquia está preparada para o desafio, garante Anselmo Sousa.

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