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A Casa de Saúde Bento Menni fez 25 anos e mudou de responsável. Celeste Martins é a nova superiora da congregação das Irmãs Hospitaleiras na Guarda e refere que veio encontrar uma cidade rica dos afectos. De partida, a anterior responsável, Isabel Morgado, reconhece que também no tratamento de doenças do foro mental se notam as desigualdades entre o interior e o litoral. E destaca a luta travada neste quarto de século contra «o estigma».

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Foi uma espécie de balde de água fria no debate entre o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, e os autarcas das comunidades intermunicipais. A audição pública era para a preparação do programa nacional de investimentos 2020-2030 e das grandes obras que poderão fazer parte da estratégia a candidatar a fundos comunitários. Mais do que pedidos, Carlos Filipe Camelo, presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, levou sobretudo a lembrança de anseios ou mesmo promessas há anos por cumprir, por exemplo na saúde e nas acessibilidades. Mas as expectativas foram refreadas devido a uma razão de fundo: «mão há dinheiro» para tudo. E a coesão territorial não pode fazer esquecer «os grande investimentos» necessários na faixa «onde vivem oito milhões de pessoas». Ou seja: o litoral.

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Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal, nas eleições constituintes de 1911. Médica, republicana e uma guardense orgulhosa, conforme assinalou ontem a bisneta, Maria João Fagundes. Carolina Beatriz Ângelo foi evocada  na sessão do 25 de Abril na Guarda.

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O sétimo presidente da Câmara da Guarda em democracia teve o primeiro acto solene, poucos dias depois de ter assumido o cargo após a saída de Álvaro Amaro, nas celebrações do 25 de Abril. Mas Carlos Monteiro não se limitou ao discurso de circunstância. Pelo contrário, perguntou, criticou e reivindicou. 

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A Operação Páscoa da GNR, nas estradas do distrito, registou maior tráfego mas menor sinistralidade do que no ano passado. O balanço é, assim, positivo, com menos acidentes e nenhum morto ou ferido grave.

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O 25 de Abril voltou a comemorar-se na sala de sessões da Assembleia Municipal, mas sem a intervenção dos partidos. Aliás, o Fórum Altitude que debateu o legado de Álvaro Amaro nos quase seis anos à frente da Câmara da Guarda acabou por ser o único momento onde todos tiveram voz, na semana dos 45 anos da Democracia. Uma coincidência assinalada por Marco Loureiro, do Bloco de Esquerda, partido que recusou assistir à sessão. Um lamento igualmente tornando público na reunião de Câmara de segunda-feira pelo vereador do PS, Eduardo Brito, que também não compareceu.

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No Fórum Altitude, os grupos parlamentares na Assembleia Municipal da Guarda fizeram-se representar num debate sobre o momento político, o balanço e os desafios, numa altura em que a Câmara tem outro executivo. E a pergunta foi e muita directa: o que deixa Alvaro Amaro na Guarda, depois de quase 6 anos de governação autárquica?

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