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Pedro Gadanho é o director executivo da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027, anunciou hoje o município. Natural da Covilhã, com 50 anos de idade, o arquitecto e designer está actualmente nos Estados Unidos, integrando um projecto de investigação da Universidade de Harvard sobre a cultura e a suntentabilidade no futuro das cidades. Foi também curador do departamento de arquitectura e design do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova Iorque, tendo assumido em Portugal o cargo de director do Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT) entre Outubro de 2015 e Junho do corrente ano. Pedro Gadanho é doutorado em arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também se licenciou, tendo realizado o mestrado no Kent Institute of Art and Design, no Reino Unido. Foi docente universitário no Porto, em Paris e em Barcelona.

O Estabelecimento Prisional da Guarda está no topo da boa gestão e das boas práticas no que tem a ver com o acompanhamento dos reclusos no cumprimento das penas e a posterior reinserção na comunidade. O subdirector-geral dos Serviços Prisionais considera que não falta praticamente nada para que a cadeia da cidade possa ser considerada como um estabelecimento prisional próprio dos novos tempos. Faltará, diz Paulo Moimenta Carvalho, melhorar as condições físicas do complexo prisional. Está por isso previsa uma requalificalção.

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Está lançado o concurso para a primeira fase das obras de instalação da Unidade de Medicina Nuclear no hospital do Fundão. O aviso já foi publicado em Diário da República no passado mês de Outubro. Trata-se da criação de uma unidade que a região andava a reclamar há muitos anos. Segundo o presidente da Câmara, Paulo Fernandes, o investimento vai rondar os 300 mil euros só na parte da construção, sendo que nos próximos meses deverão ser abertos novos concursos para a aquisição de equipamento. O autarca do Fundão está convicto de que a candidatura apresentada a fundos comunitários para comparticipar a execução desta obra vai ser aprovada. Este é um processo que se arrasta dá vários anos. E também a Guarda chegou a reivindicar a instalção de idêntico serviço. Em Abril de 2016 a Assembleia Municipal aprovarou mesmo, por unanimidade, uma moção do deputado socialista Matias Coelho, numa altura em que o Ministério da Saúde estudava as várias possibilidades de localização.

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Álvaro Amaro, do PSD, foi um dos dois eurodeputados portugueses (o outro foi Nuno Melo, do CDS) a votar contra uma resolução que recomendava aos estados-membros da União Europeia o reforço das operações de busca e salvamento de migrantes no Mar Mediterrâneo. Explicariam depois o sentido de voto com o facto de o projecto não incluir posições do Partido Popular Europeu (a que ambos pertencem), notando que também as bancadas à esquerda tinham rejeitado uma proposta daquele grupo. Mas tal não evitou a polémica, que já chegou ao debate político da região. O assunto foi abordado na última reunião da Câmara do Fundão pelo vereador do PS, Sérgio Mendes, que lamentou a posição de Álvaro Amaro no Parlamento Europeu. O eleito socialista disse o sentido de voto envergonha todos os beirões, e reocordou que Amaro foi candidato com o apoio das estruturas regionais do PSD. O presidente da Câmara do Fundão, o social-democrata Paulo Fernandes, considerou «precipitada e inadmissível» a intervenção do vereador, até tendo em conta que a questão dos migrantes «é sensível», mas a troca de argumentos prosseguiu. Na Guarda também já houve uma reacção da federação da Juventude Socialista, liderada por Fábio Pinto. A comissão politica distrital da JS aprovou um voto de repúdio contra a posição de Álvaro Amaro no Parlamento Europeu.

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A Comunilog Consulting  acaba de conquistar, pelo segundo ano consecutivo, um lugar entre as 100 melhores empresas do país para trabalhar. Fundada e sediada na Guarda, já se estendeu por várias regiões. Entre as condições que oferece está o incentivo à ida ao ginásio (suportando uma parte da mensalidade), o fornecimento de alimenbtação e a comparticipação nos encargos com educação, nascimentos e casamentos. É por tudo isto que se encontra distinguida entre as 100 melhores empresas para trabalhar. E é a única distinguida na Beira Interior.

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A Câmara da Guarda subiu no ranking e está entre as 40 melhores do país no desempenho financeiro: estava em no 37º lugar, depois de em 2017 ter ocupado o 91º. No ano passado conseguiu ultrapassar Viseu mas ainda ficou abaixo de Castelo Branco e de Bragança. É o anuário financeiro da Ordem dos Contabilistas que o diz. O documento, que passa “a pente fino” as contas das autarquias, conclui que a Guarda melhorou muito até 2018 em todos os indicadores. No ano passado só já devia 19 milhões a fornecedores e à banca. A única parcela que destoa no quadro é o valor das provisões para riscos e encargos. Com a dívida ao grupo Águas de Portugal por resolver, estão mais de 30 milhões calculados para o imprevisto. No mais, o município apresenta-se com as contas equilibradas e em alguns indicadores está mesmo entre os primeiros a nível nacional.

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Foi candidato a deputado pela Guarda em 2011, ano em que o PSD elegeu 3 e o PS apenas 1. Não permaneceu muito tempo no lugar porque foi chamado a assumir a presidência do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Quase uma década depois o país revela-se mais desigual e o distrito perdeu um representante no Parlamento. Manuel Meirinho defende por isso a urgência de um consenso para a coesão territorial que comece pela alteração das leis eleitorais. O politólogo foi um dos convidados do debate sobre a representatividade política dos territórios, organizado pela concelhia da Guarda do PSD [ver notícia anterior aqui], onde garantiu que alterar lei eleitoral não é tecnicamente difícil. Os partidos é que resistem à mudança.

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