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PS, CDS e Bloco de Esquerda votaram contra e a CDU absteve-se. O orçamento da Câmara da Guarda para 2019 foi aprovado com os votos da maioria, na sessão da Assembleia Municipal da passada terça-feira.

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A GNR entregou mais de 1.300 peças de vestuário e calçado a sete instituições de solidariedade social do distrito. Trata-se de material apreendido durante os últimos tempos em diversas operações do comando territorial da Guarda.

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Um dia depois de ter aprovado na Assembleia Municipal um voto de protesto ao Governo pela «suborçamentação» da Unidade Local de Saúde da Guarda [ver notícia anterior aqui], o PS anuncia que não houve cortes no orçamento, antes um reforço de mais de 2,1 milhões de euros. Pedro Fonseca, presidente da federação distrital socialista, acompanhado pelo vice-presidente José Luís Cabral, desmentiu assim as denúncias feitas nas últimas semanas pelo PSD [ver notícias anteriores aqui e aqui] acerca da redução das dotações. Este tinha sido também o motivo do protesto do CDS, que teve unanimidade na Assembleia Municipal. Pedro Fonseca esteve presente enquanto vereador e já estaria na posse das informações que permitiriam levar a bancada do PS (liderada pelo presidente da comissão política concelhia, Agostinho Gonçalves) a contestar e a esclarecer os fundamentos da iniciativa que acabou por apoiar. Poderia, por exemplo, ter dado ao grupo municipal indicações para que revelasse que o contrato-programa entre o Ministério da Saúde e a ULS da Guarda tinha sido revisto na sexta-feira anterior. Mas o presidente da federação optou, aparentemente, por fazer uma gestão política própria da informação e reservar-se para a conferência de imprensa que fez na quarta-feira, onde também anunciou que o projecto para a requalificação do pavilhão 5 do Hospital da Guarda está pronto para aprovação e garantiu que a obra não compromete o plano global da segunda fase. Tratou-se da primeira tomada de posição em público de Pedro Fonseca, nestas funções partidárias, a respeito do tema da saúde. Algo que justifica com o facto de só no dia 14 ter ficado concluído o quadro da contratualização entre o ministério e a Unidade Local de Saúde. Fazê-lo antes «era prematuro e era completamente descabido», explicou.

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Adelaide Campos (que foi a primeira directora clínica da Unidade Local de Saúde da Guarda quando a estrutura foi criada, há 10 anos) considera que é um erro estratégico que a luta pela requalificação do Hospital Sousa Martins se concentre na área materno-infantil. Na edição desta semana do programa da Rádio “O Mundo Aqui”, a médica defendeu que «a luta do Partido Socialista não pode ser pelo pavilhão 5, tem de ser muito maior do que isso».

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E uma delegação do recém-criado Movimento de Apoio à Saúde Materno-Infantil visitou o hospital da Guarda e reuniu com a administração da ULS. A ideia foi perceber o actual estado das instalações e saber junto dos responsáveis em que ponto está o processo da requalificação do pavilhão 5.

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A Assembleia Municipal da Guarda aprovou um voto de protesto contra a “suborçamentação crónica” da Unidade Local de Saúde. Uma proposta do CDS que obteve o apoio de todas as bancadas. Mesmo o partido do Governo, o PS, declarou (pela voz o líder da bancada e presidente da comissão política concelhia) que «quando estiver em causa a politiquice e a Guarda, estaremos sempre do lado da Guarda».

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A falta de trabalhadores qualificados é um dos factores a comprometer os planos de instalação ou crescimento de empresas, sobretudo no ramo industrial, na Guarda. Esta queixa foi transversal entre os participantes num debate ontem realizado no TMG.

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