Actualidade

Na última das entrevistas aos cabeças de lista pelo círculo da Guarda às eleições do próximo dia 6 pelos partidos que têm mantido intervenção política permanente no distrito, Ana Mendes Godingo, do PS, encolheu como cenário os edifícios por reabilitar do Hospital da Guarda. E foi com essa imagem em fundo que se comprometeu com a concretização da segunda fase das obras de ampliação e requalificação, reiterando o anúncio feito por António Costa no comício que fez na cidade. Ana Mendes Godinho confessa que encontrou este e outros projectos a avançar a um ritmo que não é o dela nem é o que a Guarda precisa. Por isso a candidata do PS diz que veio também para contribuir como «força motriz» pelas causas do distrito. E desde já revela que está em fase de negociação a inclusão dos pavilhões centenários do Sanatório numa nova fase do programa REVIVE, para recupera imóveis históricos degradados para aproveitamento turístico, educacativo ou social.

Oiça aqui:

A entrevista na íntegra:

Portugal e Itália (em selecções sub-20) vão jogar na Guarda no dia 15 de Outubro. O encontro esteve programado para a época passada mas, na altura, o mau estado do relvado do estádio não permitiu fazer o jogo. O problema foi entretanto ultrapassado.

Oiça aqui:

Cinco dias, cinco entrevistas aos cabeças de lista pelos partidos com intervenção política permanente no distrito da Guarda. Carlos Peixoto,do PSD, tinha escolhido como cenário para a conversa (respondendo ao desafio da Rádio) o nó da A23 de acesso à Guarda, mas o mau tempo no dia agendado para a gravação impediu a conversa ao ar livre. E o "plano B" acabou por ser a Feira Farta, no fim-de-semana.A escolha inicial da autoestrada como cenário tinha uma razão de ser: um compromisso que o actual deputado assume para a próxima legislatura, de levar à Assembleia da República uma proposta para a redução das portagens. Uma proposta «séria» e «ponderada», explica, e que contrapõe à que os partidos de esquerda apresentaram em Fevereiro deste ano, que previa a abolição total. Carlos Peixoto também quer propor a alteração da lei eleitoral para corrigir a falta de representatividade dos círculos despovoados do Interior.

Oiça aqui:

A entrevista completa:

https://soundcloud.com/altitudefm2/eleicoes-legislativas-entrevista-26-set-2019-carlos-peixoto-psd

Todas as bancadas da Assembleia Municipal, bem como a do executivo da Câmara, foram quase apanhadas de surpresa pela presença de quatro alunos do ensino secundário a participar na sessão desta quinta-feira. A Rádio tinha avançado a notícia na véspera [ver aqui] mas mas a nenhum dos grupos municipais tinha sido formalmente comunicado que os estudantes iriam intervir antes dos trabalhos. Mais uma vez a presidente da Assembleia promoveu um período antes da ordem do dia, para o qual também já tinha chamado, na reunião de há três meses, representantes do dispositivo de protecção civil. Cidália Valbom anunciou ontem que vai fazer com que se torne prática habitual. E quando interpelada pelo líder da bancada do Partido Socialista, António Monteirinho (que acabou por exprimir a surpresa geral, lamentando mesmo a forma reservada como o momento foi preparado), a presidente confirmou que a intenção é motivar a participação espontânea de cidadãos, no período destinado às intervenções público. E defendeu, nesta lógica, o secretismo em torno dos convites que tem feito. Os alunos indicados pelos agrupamentos do ensino público (de Afonso de Albuquerque e da Sé), pela Escola Profissional e pelo Outeiro de São Miguel viram-se assim envolvidos num "segredo", que começa a ser desvendado nesta nova fase de afirmação política da Assembleia Municipal, patente - por coincidência ou não - desde que Álvaro Amaro abandonou a presidência da Câmara.

Oiça aqui:

Uma primeira fase da segunda fase: o Partido Socialista resolve assim a confusão criada pelo anúncio de António Costa de que o próximo governo vai descongelar a segunda fase do Hospital. A confusão não se deve propriamente à intervenção do primeiro-ministro (que fez o anúncio enquanto secretário-geral do PS no comício na Guarda, no dia 8) mas ao Movimento de Apoio à Saúde Materno-Infantil e à Unidade Local de Saúde da Guarda, que no dia seguinte tornaram pública uma reunião para tratar apenas das obras do chamado Pavilhão 5. Acontece que a a expressão "segunda fase" é referente do projecto anunciado em 2007 por Correia de Campos, iniciado em 2009 por Ana Jorge (ambos ministros do PS) e interrompido em 2012 por Paulo Macedo (já no governo PSD/CDS). Deveria contemplar a requalificação dos edifícios de 1952 (o “comboio”) e de 1997 (o pavilhão das urgências). "Pavilhão 5" é este mesmo bloco, onde funcionou o serviço de urgências até 2014, que o anterior conselho de administração da ULS se propôs recuperar em 2016 para concentrar as valências de saúde materno-infantil, e a que o actual, em funções desde 2017, deu seguimento. Em que ficamos? Para ultrapassat o embaraço causado por este aparente desacerto de posições, o Partido Socialista adopta uma nova terminologia: é já certo que vai haver uma segunda fase, mas também por fases. Assim foi explicado na Assembleia Municipal.

Oiça aqui:

Quando, no início do mês,o Conselho de Geoparks Mundiais da UNESCO, reunido Indonésia, aprovou a candidatura da Serra da  Estrela a Geopark Mundial, uma das pessoas mais satisfeitas deverá ter sido Emanuel Castro que viu assim reconhecido o trabalho. O coordenador executivo da Associação Geopark Estrela vê enormes vantagens neste reconhecimento mundial e diz que agora é tempo de acabar com as “capelinhas” no território.Emanuel Castro diz que, a partir de agora, há muito a fazer para tirar partido de uma marca global.

Oiça aqui:

Geopark Serra da Estrela obriga municípios «a olhar para o território como um todo», diz coordenador

Na terceira grande entrevista a cabeças de lista pelo distrito às eleições de 6 de Outubro, o centrista Henrique Monteiro escolheu como cenário a fábrica da DURA, em Vila Cortês do Mondego, que vive dias de incerteza com a ameaça de redução de um número significativo de postos de trabalho. A ideia foi chamar a atenção e prometer que o partido vai continuar a tomar iniciativas contra o que poderia ser um «desastre social». Um «filme» que a Guarda já viu no encerramento da unidade da Delphi, recordou o candidato. A medida principal proposta pelo CDS é, por isso, a criação de um «estatuto fiscal» para o Interior, que torne a região atrativa para o investimento.

Oiça aqui:

Entrevista completa: