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A Câmara de Manteigas está empenhada em recuperar a fábrica de engarrafamento de água que a vila teve. A unidade chegou a dar emprego a cerca de 60 trabalhadores mas entretanto fechou, terminando a marca “Glaciar”, que chegou a ser classificada como uma das melhores do mundo. Por decisão judicial a água é considerada propriedade da autarquia, que pretende agora rentabilizar a nascente. O resultado de um concurso público dirá se aparecem empresas interessadas e em condições de explorar o engarrafamento. Esmeraldo Carvalhinho espera que o processo termine da melhor forma para recuperar os postos de trabalho entretanto perdidos.

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Uma bolsa de estudo e uma viagem mensal de ida e volta: a Câmara de Celorico da Beira criou um apoio para vinte jovens estudantes universitários do concelho, que tenham carências financeiras. É uma pequena ajuda para que ninguém fique privado do ensino superior, explica o presidente, Carlos Ascenção. É o possível numa autarquia que vive em aperto financeiro. Mas a intenção passa por alargar o programa a mais beneficiários, mediante parceria com empresas.

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Há quase 4200 idosos a viverem sózinhos ou isolados no distrito da Guarda e apenas na aérea de actuação da GNR (faltando por isso as zonas urbanas da Guarda e de Gouveia que pertencem à PSP). Esta realidade faz do distrito o segundo no país com mais pessoas em condição de risco. Sabugal, Almeida e Trancoso são os concelhos com maior número de casos.

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Portagens com corte para metade (ou até um quarto do preço no caso dos veículos eléctricos), redução do custo do bilhete do Intercidades nas linhas da Beira Alta e na Beira Baixa e comparticipação no transporte a pedido (um serviço de táxi, por exemplo, para um idoso que tenha de deslocar-se a um centro de saúde ou a um hospital): o PSD entregou esta quarta-feira na Assembleia da República um projecto de resolução para a mobilidade no Interior. Uma iniciativa liderada pelo deputado da Guarda, e vice-presidente da bancada parlamentar, Carlos Peixoto.

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A Juventude Socialista pede ao partido «mobilização» na Guarda,  tendo em conta que faltam menos de dois anos para as eleições autárquicas. A reconquista da Câmara pode estar ao alcance do PS, desde que se apresente com causas e tenha a capacidade «de ouvir todos, de chamar todos» e «abrir à sociedade civil». É este o apelo de Rafael Abreu, que se prepara para liderar a estrutura distrital de juventude do Partido Socialista. Trata-se do candidato único à sucessão de Fábio Pinto à frente da federação distrital.

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O orçamento da Câmara de Manteigas para o próximo ano, no valor de 7 milhões de euros,  reserva uma pequena fatia de 10 mil euros para estudos de viabilidade técnica e financeira de um projecto que o actual presidente da autarquia vê como possível nos próximos anos. Trata-se da ligação por via mecânica entre a vila e as Penhas Douradas (pode ser por teleférico ou por qualquer outro meio). Esmeraldo Carvalhinho diz que é um projecto ambicioso e que requer um investimento elevado. Daí a necessidade de fazer um estudo, sobretudo quando avança também o Plano de Pormenor das Penhas Douradas. Numa altura em que o turismo tem crescido na Serra da Estrela, Esmeraldo Carvalhinho pensa que a ligação às Penhas Douradas seria mais um atractivo para chamar ainda mais visitantes à vila. E espera que haja operadores privados interessados no investimento.

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A Secretaria de Estado da Acção Social vai funcionar provisoriamente, a partir de Dezembro, no primeiro piso do edifício da antiga empresa Estradas de Portugal, agora ocupado no rés-do-chão pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes. O imóvel, na Avenida Francisco Sá Carneiro, acolherá transitoriamente o gabinete da secretária de Estado Rita Cunha Mendes, antes da mudança definitiva para as instalações da Segurança Social, no centro da cidade. A estrutura governamental deverá ocupar uma parte do antigo Palácio das Corporações e Previdência, na Avenida Coronel Orlindo Carvalho, podendo estender-se para o chamado edifício novo da Segurança Social. Nos dois imóveis funciona o Centro Distrital de Segurança Social, sendo por isso propriedade da tutela (o Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social). No primeiro piso do antigo Palácio das Corporações funciona o Tribunal do Trabalho.

O edifício da década de 50 do século passado, no centro da cidade, reúne assim o simbolismo e a dignidade para acolher a Secretaria de Estado, sem ser necessário ocupar as instalações do antigo Governo Civil, no Largo Frei Pedro, que passaram a estar totalmente afectas ao Comando Distrital da PSP.

A construção fez parte de um plano de edificações com o mesmo nome (Palácio das Corporações), em vários pontos do país, do então Ministério das Corporações e Previdência Social. Uma delas, inaugurada na mesma altura, situa-se em Lisboa, na Praça de Londres, e é desde então a sede do ministério, agora do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social. É onde se localiza, até à mudança para a Guarda, o gabinete da secretária de Estado Rita Mendes. E lá permanecerá uma estrutura de apoio, mesmo após a descentralização.

O Governo confirmou hoje oficialmente a instalação na Guarda desta Secretaria de Estado, ao mesmo que anunciou que a Secretaria de Estado da Valorização do Interior ficará em Bragança e a Secretaria de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território em Castelo Branco. Os gabinetes dos secretários de Estado funcionarão nas três cidades, mantendo núcleos de apoio e ligação nas sedes dos respectivos ministérios.