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A Associação de Futebol da Guarda tem em mãos um caso insólito que ocorreu na jornada do passado fim-de-semana. No campeonato de júniores, o encontro entre o Sporting do Sabugal e o Desportivo de Gouveia, que ditaria o campeão, terminou com a expulsão de todos os elementos da equipa visitante. O árbitro alega ter sido agredido.

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O presidente da Câmara do Fundão não acredita na viabilidade, tanto económica como ambiental, de túneis a atravessar a Serra da Estrela. Paulo Fernandes também defende que se abdique do itinerário complementar que ligaria a Covilhã a Seia, Gouveia e Oliveira do Hospital. A recuperação de uma estrada nacional com perfil de montanha é a solução mais sensata neste momento, defende o autarca. «Prefiro pensar naquilo que podemos ter mais proximamente numa altura destas», diz Paulo Fernandes.

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O presidente da CP defendeu esta terça-feira na Guarda que a conclusão das obras da Linha da Beira Baixa deve ser um projecto prioritário de interesse nacional. Manuel Queiró reuniu com os presidentes das câmaras da Guarda e da Covilhã. Chegou à Guarda de comboio, pela Linha da Beira Alta, e quis regressar a Lisboa pela Linha da Beira Baixa. Como não existe ligação ferroviária a partir da Guarda, seguiu de boleia com Vítor Pereira, o autarca da Covilhã.

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É um dos edifícios icónicos da nova arquitectura no distrito da Guarda e já foi destacado em publicações internacionais de referência. Mas a função para que foi concebido tarda a concretizar-se. Depois de muitos atrasos, a autarquia de Foz-Côa acredita que a abertura do Centro de Alto Rendimento do Pocinho será para breve. O equipamento está quase pronto.

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Pode ter sido um excesso de linguagem, no contexto em que prestou as declarações à Rádio (domingo à noite, enquanto assistia ao cortejo do Entrudo e Julgamento do Galo, na Guarda), mas resume a posição crítica do antigo Procurador-Geral da República: Pinto Monteiro compara o encerramento de serviços no Interior à formação de guetos pelo regime nazi. Comentando o anunciado encerramento de tribunais, o antigo máximo magistrado do Ministério Público manifesta-se contra este aspecto da reorganização judiciária, que classifica como mera «decisão política».

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Ainda mal terminado o programa «Guarda Folia», Álvaro Amaro já planeia o próximo festejo. E anunciou-o ontem, véspera de Carnaval. A Feira de São João, que nos últimos anos era assinalada através de uma recriação contratada pela autarquia à empresa municipal Culturguarda, dará lugar a uma celebração alargada dos santos populares, por toda a cidade. O presidente da Câmara procura assim envolver as colectividades e associações dos bairros, cuja importância, até no plano político, ficou demonstrada nas últimas eleições. Oito zonas da Guarda serão chamadas a organizar a programação para o mesmo número de noites, no final de Junho. A Câmara assegurará algum apoio, promete Álvaro Amaro, conforme o que conseguir das «últimas gavetas» dos financiamentos comunitários, na componente de animação dos bairros. O anúncio tão antecipado terá feito parte da estratégia: a autarquia da Guarda quis marcar posição na derradeira corrida aos fundos do QREN. O quadro comunitário, formalmente terminado em Dezembro de 2013, entrou na chamada fase de 'overbooking'. A 'limpeza' de projectos cuja viabilidade não foi demonstrada (ou para os quais as entidades promotoras não conseguiram a comparticipação própria) abriu uma 'lista de espera'.

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Centenas de pessoas manifestaram-se esta segunda-feira em Fornos de Algodres contra o encerramento do tribunal da vila. O presidente da Câmara, Manuel Fonseca, diz que os protestos não ficam por aqui, por temer a saída de outros serviços públicos.

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