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Não se sabe qual vai ser o peso do distrito da Guarda no futuro mapa da saúde da região mas há, para já, um reforço: o concelho de Vila Nova de Foz-Côa passa a ter o Hospital da Guarda como unidade de referência, depois de, após a criação da Unidade Local de Saúde, ter sido integrado em idêntica estrutura do Nordeste Transmontano. O presidente da Câmara refere que é a decisão mais lógica e vai de encontro ao sentir da maioria da população.

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A Assembleia Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela acaba de rejeitar a nomeação de António Ruas e de José Gomes para primeiro e segundo secretários executivos da Comunidade. A reunião decorre na Covilhã e os deputados (indicados pelas assembleias municipais dos 15 concelhos integrantes) reprovaram a proposta do Conselho Intermunicipal (formado pelos presidentes das câmaras), por 25 votos contra, 18 a favor e um branco.

A designação do antigo presidente da Câmara de Pinhel e do antigo director de estadas da Guarda foi a primeira proposta submetida à votação da assembleia intermunicipal, cuja mesa também iniciou funções hoje. A lista única para este órgão é presidida por Mário Jorge Branquinho, de Seia, tendo como vice-presidente Amaral Veiga, de Trancoso, e como secretário Serra dos Reis, da Covilhã, os três indicados pelo PS.

António Ruas (PSD) foi indigitado primeiro secretário executivo ainda no ano passado, juntamente com Jorge Brito (PS), antigo vereador de Seia, que viria a renuniciar na sequência da nomeação para o gabinete do presidente da Câmara de Coimbra. O nome de José Gomes (PSD) surgiria após esta desistência.

A autarquia da Guarda vai contratar fiscalização externa às obras municipais que está a lançar, nomeadamente o relvado sintético do Zambito, a rotunda e os acessos ao Bairro da Luz, a requlificação do piso zero do mercado municipal e o parque TIR da plataforma logística. Álvaro Amaro explica que são empreitadas candidatadas ao "overbooking" do quadro comunitário de apoio que terminou em Dezembro e que, por isso, os calendários de execução exigirão o maior rigor. A decisão é justificada também com os atrasos e os problemas patentes nos trabalhos de regeneração urbana lançados pelo executivo anterior.

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O secretário de Estado do Emprego tem esperança em que as empresas comecem a contratar mais trabalhadores e, dessa forma, contribuam para a diminuição dos números do desemprego. Declarações de Octávio Oliveira à margem da Feira do Emprego, organizada pelo Instituto Politécnico da Guarda.

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A Rádio revela os fundamentos do acórdão do Tribunal de Contas que recusou o visto à fusão das empresas municipais da Guarda. Registamos também as reacções do presidente da Câmara, Álvaro Amaro, e do vereador do PS, José Igreja.

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O vereador do PS, Joaquim Carreira, exigiu na última sessão do executivo que sejam tornados públicos os resultados da auditoria externa à Câmara da Guarda. Os vinte dias do prazo inicialmente anunciado terminou há muito, recordou.

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A Câmara Municipal da Guarda tem uma multa de mais de 336 mil euros para pagar à Microsoft, foi hoje anunciado pelo presidente do município, Álvaro Amaro, no final da sessão quinzenal do executivo. A multinacional de informática reclama este valor pelo alegado incumprimento contratual no registo e renovação de licenças. A autarquia tinha um contrato para a utilização de 150 licenças de programas informáticos, celebrado em Abril de 2010 com a duração de três anos. A partir de Abril de 2013 a Microsoft terá tentado renovar ou renegociar o contrato mas a Câmara terá decidido não o fazer. Só que as 150 licenças continuaram em uso nos serviços da autarquia e a empresa acabou por detectar outras 95 nunca registadas, explicou hoje o autarca. A multa chegou no final do ano passado, após uma auditoria contratada à própria empresa credora. Álvaro Amaro anunciou a abertura de um processo interno de averiguações, para apuramento de responsabilidades.

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