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A reunião extraordinária da concelhia da Guarda do PSD, realizada esta terça-feira a pedido de alguns membros, acabou por confirmar o apoio formal à candidatura de Carlos Peixoto à presidência da comissão política distrital.

A estrutura local ratificou assim a decisão tomada no dia 14, numa votação em que os elementos presentes se dividiram entre o alinhamento com o deputado de Gouveia e com o outro candidato, o presidente da Câmara de Pinhel, Rui Ventura. Foi o voto de qualidade do presidente da concelhia, Jorge Libânio, que desempatou a favor de Carlos Peixoto (ver notícias anteriores aqui e aqui). 

Independentemente do sentido individual do voto nas eleições marcadas para 10 de Maio, a concelhia da Guarda dá assim o processo por encerrado no que diz respeito à manifestação do apoio a um dos candidatos, neste caso Carlos Peixoto. «Dado que a vida política é dinâmica e evolutiva, o surgimento desta nova candidatura suscitou nova discussão que culminou numa ponderação da realidade política e partidária», justifica-se o órgão em comunicado.

Cerca de duas dezenas de alunos do 7º ano da Escola Carolina Beatriz Ângelo, na Guarda, foram os anfitriões de colegas de uma escola da província espanhola de Zamora.

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Depois do encerramento dos tribunais, os presidentes das autarquias da Meda e de Fornos de Algodres temem que os concelhos venham a perder também as repartições de finanças. 

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Afastado dos boletins de voto pelo Tribunal Constitucional, na sequência do pedido de impugnação apresentado pelo PS, o candidato à Câmara pelo movimento independente "A Guarda Primeiro" faz um balanço globalmente positivo do primeiro meio ano de mandato de Álvaro Amaro, admitindo que o quase adversário também deve a vitória expressiva aos votos do eleitorado que se viu privado da primeira escolha. Até por isso, considera que o actual presidente da autarquia tem pela frente grandes desafios, porque se criou na Guarda um novo patamar de exigência. «Os eleitorados são móveis: criam-se, constorem-se e destroem-se», diz o antigo vice-presidente e vereador da Educação e Cultura.

Seguimos assim, na Rádio, o balanço do primeiro meio ano de mandato, tema de fundo desta semana informativa.

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O vereador da oposição e candidato do PS às eleições autárquicas de 2013 não vê especial simbolismo no facto de se ter cumprido o primeiro meio ano de mandato da Câmara da Guarda. José Igreja remete para depois do Verão o combate político, reconhecendo que há uma série de actividades (a Feira Ibérica de Turismo e as comemorações nacionais do 10 de Junho) que dão à equipa de Álvaro Amaro «umas férias prolongadas».

Prosseguimos o balanço dos seis meses desde a tomada de posse do novo presidente da Câmara.

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Os organizadores da Feira Ibérica de Turismo (FIT) da Guarda prometem "uma BTL [Bolsa de Turismo de Lisboa] em ponto pequeno". A feira, marcada para dentro de menos de duas semanas (de 1 a 4 de Maio) terá mais de uma centena de expositores.

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Álvaro Amaro tomou posse como presidente da Câmara Municipal da Guarda a 19 de Outubro de 2013. Após meio ano de mandato fazemos o balanço. Na Quarta-feira, no Fórum Altitude, cruzaremos pontos de vista sobre o desempenho da equipa da maioria PSD/CDS, que teve uma vitória histórica nas últimas eleições autárquicas. Ouvimos também os principais protagonistas do ano eleitoral de 2013, começando, esta segunda-feira, por Mário Martins, que foi candidato da CDU à presidência da autarquia. Também recolhemos opiniões de cidadãos anónimos sobre os primeiros seis meses da nova Câmara.

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