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Todos os candidatos que participaram no debate organizado pela Rádio concordaram em que foi «esclarecedor». O balanço de Ana Mendes Godinho (PS), André Silva (CDU), Carlos Peixoto (PSD), Henrique Monteiro (CDS) e Jorge Mendes (BE).

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A saúde foi um dos temas em destaque no debate, promovido pela Rádio, entre os candidatos a deputados dos principais partidos políticos. A cabeça de lista do PS confirmou a promessa do descongelamento da segunda fase do Hospital da Guarda, na sequência do anúncio feito por António Costa, e avançou com o cronograma das obras no pavilhão 5: deverão estar concluídas em 2022. Henrique Monteiro (CDS) diz que essa deve ser mesmo a prioridade. Carlos Peixoto (PSD) defende que o sector da saúde tem de funcionar em complementaridade. Jorge Mendes (Bloco de Esquerda) diz que é necessário reforçar as verbas para todo o território da ULS da Guarda e não apenas para o Hospital Sousa Martins. André Santos (CDU) sublinha que é urgente reverter o encerramento de serviços de saúde no distrito.

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Outro dos temas em destaque no debate promovido pela Rádio foi o ensino superior. Carlos Peixoto (SD) lembrou a importância de um Politécnico que se deseja competitivo e com capacidade de atracção de novos alunos. Mas para isso algumas coisas têm de mudar. Henrique Monteiro (CDS) dssez que o IPG tem de evoluir na oferta formativa e de preferência com propinas mais baixas. Jorge Mendes (BE) defendeu uma reflexão sobre o futuro do IPG. André Santos (CDU) preconiza uma reformulação da rede de ensino superior. Ana Mendes Godinho (PS) afirma que o caminho é pela inovação.

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O presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, reagiu ontem à saída de José Amaral Lopes da coordenação da comissão da candidatura a Capital Europeia da Cultura. Isto depois de o ex-secretário de Estado da Cultura ter tornando pública a carta, enviada no início da semana, em que se desvinculava do processo, invocando falta de resposta e de definição e criticando especialmente o vereador com o pelouro da Cultura, Victor Amaral. A má relação progressiva, nos últimos meses, entre o membro do executivo com a tutela do projecto e o consultor cujos serviços tinham sido contratados por Álvaro Amaro no início de 2018 precipitou esta decisão, tendo o actual presidente da Câmara decidido estar solidário com o seu vereador. Daí que o pedido de demissão de José Amaral Lopes tenha sido aceite. Ao torná-lo público com fortes críticas ao município, Carlos Monteiro veio a terreiro esclarecer, em primeiro lugar, que o antigo governante não era senão um consultor e que não podia intitular-se coordenador de uma Unidade de Missão que não fora criada. O presidente da Câmara refuta a imagem de que a candidatura girasse em torno da figura de Amaral Lopes e lamenta a falta de articulação com os restantes membros da comissão executiva e outros parceiros do projecto. Garante, também, que a candidatura «não perde os alicerces» e que passará a estar sob a coordenação directa do vereador da Cultura, Victor Amaral, que acaba de assumir funções a tempo inteiro com essa mesma finalidade. Carlos Monteiro agradece o contributo de José Amaral Lopes mas sublinha que deixou, sobretudo, um trabalho «teórico» com «grau de execução muito deficiente». Que agora a autarquia vai tentar recuperar, tendo já agendada uma apresentação do projecto em Paris, nos próximos dias. E ainda este mês será conhecida a imagem corporativa da candidatura.

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Ontem a Rádio fez o debate entre os cabeças de lista pela Guarda dos cinco principais partidos. Que abriu com um desafio aos candidatos: que expliquem quel seria o caderno de encargos a favor do distrito se de um deles dependesse a formação da maioria para viabilizar o próximo Governo. No fundo, se estariam disponíveis para reeditar o episódio do Queijo Limiano (referência ao deputado do CDS por Viana do Castelo, Daniel Campelo, que a troco de um pacote de medidas em benefício de Ponte de Lima, onde era autarca, deu o suporte necessário ao Governo de António Guterres, quando ao PS faltava um parlamentar para ter maioria absoluta). Neste caso, quisemos saber qual seria o Queijo da Serra dos próximos deputados pela Guarda. E as respostas levaram os candidatos para uma discussão acerca das próprias competências da Assembleia da República.

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Esta quarta-feira a Rádio faz o debate final entre os cabeças de lista pelo círculo da Guarda dos 5 principais partidos. Carlos Peixoto (do PSD) Ana Mendes Godinho (do PS) Henrique Monteiro (do CDS) Jorge Mendes (do Bloco) e André Santos (da CDU) vão estar frente-a-frente para debater ideias e propostas, quando faltam poucos dias para as eleições legislativas de domingo. Há quatro anos o debate foi na aldeia de Vila Mendo (simbolicamente na antiga escola primária,transformada entretanto em casa de convívio comunitário). Desta vez escolhemos o átrio dos antigos Paços do Concelho, na Praça Velha, o edificio onde agora está instalada a sede da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. Também é uma opção que nos parece simbólica na medida em que continuamos a dar importância ao território. Daí que - até pela promoção da marca - seja com agrado que o secretário executivo da CIM, António Ruas, abra as portas de uma casa histórica para o debate. Porque as novas comunidades estão cada vez mais presentes nas nossas vidas, explica.

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Não é o ideal mas são números bastante satisfatórios. É desta forma que o presidente do Instituto Politécnico da Guarda comenta os resultados das duas primeiras fases do concurso nacional de acesso ao ensino superior. No cenário actual, com reconhecidas limitações a vários níveis, os núemros não deixam de ser positivos, na opinião de Joaquim Brigas. Gestão,Comunicação,Marketing e Enfermagem são exemplos de cursos que ficaram completamente preenchidos. Nas duas primeiras fases o IPG recebeu 573 novos alunos preenchendo 78% das vagas iniciais (que eram 734). Depois de ter recebido 518 novos alunos no ano lectivo anterior, o Politécnico da Guarda consegue este ano mais 55.

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