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Benjamin Mee já era autor do livro "We bought a zoo", que deu origem ao filme protagonizado por Matt Damon e Scarlett Johansson. Agora realiza um documentário sobre a geração seguinte de habitantes do mesmo jardim zoológico. E esteve recentemente na região da Guarda, para conhecer o lobo ibérico e o cão Serra da Estrela. Quer levar algumas crias para Inglaterra. Futuras estrelas de cinema?

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O presidente da Assembleia Municipal da Guarda, Fernando Carvalho Rodrigues, surge entre os apoiantes de António Costa nas eleições primárias do PS. O cientista só não se inscreveu como simpatizante porque é militante do PSD.

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Foram aprovados, com os votos favoráveis da maioria PSD/CDS e a abstenção do PS, dois empréstimos no valor global cerca de 12 milhões e 900 mil euros, concedidos à Câmara pelo BPI e pelo BES. Estas foram as instituições que ofereceram as melhores condições, justificou Álvaro Amaro na sessão de ontem do executivo. Falta o aval da Assembleia Municipal a esta operação que, explica o presidente da Câmara, não é de aumento da dívida mas de reformulação de vários créditos. Uma estratégia de saneamento financeiro por meios próprios, sem esperar pelo Fundo de Apoio Municipal, diz o autarca.

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Vai ser o próprio presidente da Câmara, Álvaro Amaro, a presidir aos novos conselhos de administração das empresas municipais da Guarda. A composição dos dois órgãos foi anunciada esta segunda-feira na sessão do executivo municipal, na sequência da substituição das actuais equipas de gestão [ver notícia anterior aqui].

Álvaro Amaro terá como vogais, na Culturguarda, a vereadora Ana Isabel Batista e o chefe de gabinete, Carlos Condesso. Na Guarda, Cidade Desporto os dois membros serão o vereador Sérgio Costa e adjunta do gabinete da presidência, Cecília Amaro.

O vice-presidente, Carlos Chaves Monteiro, mantém-se como representante do accionista único, o município, na assembleia geral da Guarda, Cidade Desporto. Na Culturguarda esse cargo, até agora ocupado por Álvaro Amaro, passa a ser exercido pelo vereador Victor Amaral. «É uma questão de coerência», explicou o presidente da Câmara, sublinhando que assim os representantes são os vereadores que tutelam as respectivas áreas.

A justificação hoje apresentada para a substituição dos conselhos de administração prende-se com «dúvidas jurídicas» sobre a possibilidade de técnicos da autarquia continuarem a desempenhar funções em órgãos de gestão de empresas municipais detidas pelos próprios municípios onde prestam serviço. «Perante essas dúvidas, nós entendemos que devíamos alterar os conselhos de administração das duas empresas para não criar o menor desconforto a ninguém», explicou o autarca.

A Câmara deliberou, com os votos da maioria PSD/CDS e a abstenção do PS, a designação dos representantes nas assembleias gerais nas empresas, que formalizarão no imediato a constituição dos novos conselhos de administração. O autarca espera que os mandatos sejam «por poucos meses», uma vez que está a ser ultimado o estudo sobre o futuro das empresas.

Quatro meses após o chumbo dos nomes de António Ruas e José Gomes para secretários executivos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, a Assembleia Intermunicipal, reunida esta tarde em Manteigas, aprovou a nova equipa, encabeçada igualmente pelo antigo presidente social-dermocrata da Câmara de Pinhel mas tendo agora como segundo secretário o socialista Carlos Martins, que foi director distrital da Segurança Social da Guarda. Obtiveram 30 votos a favor, 8 contra e 3 em branco.

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O presidente da Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo, Paulo Langrouva, diz que «para já» não retira a confiança política ao vice-presidente, António Morgado, depois de este ter votado ao lado da oposição e ter chumbado a proposta de dissolução da empresa municipal Figueira - Cultura e Tempos Livres, que poderia levar ao despedimento dos 59 trabalhadores. «São opiniões diferentes, que temos que respeitar», diz o autarca socialista, eleito em Setembro. A decisão sobre o futuro da empresa está suspensa, enquanto a Câmara espera o resultado de pareceres que solicitou e do estudo de um grupo de trabalho criado no âmbito da Assembleia Municipal.

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Guarda e Famalicão disputam a organização dos campeonatos nacionais de corta-mato em 2015. A cidade tem como principal argumento as condições do Parque Urbano do Rio Diz, nos mesmos terrenos, aliás, onde estas provas já decorreram em 1990.

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