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Moradores e comerciantes do Largo de São João, no centro da Guarda, estão a reunir assinaturas para exigir à Câmara uma intervenção urgente. O largo do Cinema, como é conhecido, viu nos últimos meses e vai continuar a assistir à chegada de investimento privado na restauração e nos serviços, além de o próprio antigo Cine-Teatro ter sido reabilitado no exterior e na cobertura. Mas o panorama do espaço público é degradante, queixa-se quem ali vive e trabalha. No centro do largo encontra-se a estátua a Augusto Gil, agora rodeada por jardim degradado, com árvores que a escondem quase por completo.

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É uma pedra discreta, como tantas outras, mas tem uma inscrição do século XVII, cerca da qual há várias histórias. Do barroco de Vale de Frades saem os limites de várias freguesias do concelho da Guarda e por ali terá passado também a linha de fronteira (antes das batalhas da consolidação da nacionalidade). Pousade, Jarmelo (São Pedro e São Miguel) e Casal de Cinza encontraram-se e conviveram na Noite de Reis, evocando também a "reorganização das estrelas" e tendo como patrono o cientista Fernando Carvalho Rodrigues como patrono.

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No próximo sábado há eleições no PSD para escolher o próximo presidente do partido, com três candidatos na corrida: Miguel Pinto Luz, Luís Montenegro e Rui Rio.Até ao final da semana a Rádio pergunta a três figuras do partido (apoiantes de cada um dos candidatos) as razões da escolha. Começamos por ouvir um jovem militante da Guarda que está com Miguel Pinto Luz. Tiago Saraiva Gomes, presidente da concelhia da JSD na capital do distrito, refere-se a Pinto Luz como o candidato que traz a aragem nova de que partido precisa. «Uma visão de futuro», sintetiza.

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O novo presidente dos Autarcas Social Democratas (Helder Silva, presidente da Câmara de Mafra) diz que pelo menos por agora não haverá mais Academia do Poder Local, que foi iniciada e se realizou sempre na Guarda  durante os mandatos de Álvaro Amaro. Revelação feita ao actual presidente da autarquia, Carlos Chaves Monteiro, que colocou a questão ao colega e não ficou agradado com a resposta.

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Enquanto o Ministério da Saúde não decide acerca do início das obras no Pavilhão 5 do Hospital da Guarda, a ULS usa o antigo edifício das urgências e dos blocos operatórios para instalar provisoriamente a área da psiquiatria e saúde mental. O serviço funciona num edifício que se foi transformando em eterno provisório. Já deveria estar a ocupar todo o piso térreo do chamado “comboio” (o bloco do Sanatório da década de 50). Essa era a configuarção incluída no grande projecto de ampliação e remodelação do Hospital, anunciado em 2001, revisto e lançado em 2007, iniciado em 2009 e parado desde 2012, quando foi cancelada a segunda fase que deveria contemplar precisamente os edifícios antigos. E perante o estado de degradação do espaço da psiquiatria, a administração da Unidade Local de Saúde avança para obras de remodelação. Pequenas reparações já não resolvem nada, reconhece a presidente, Isabel Coelho.

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O PSD tem todas as condições para manter a Câmara da Guarda, nas autárquicas do próximo ano. É pelo menos essa a convicção do candidato a líder nacional, Luís Montenegro. O futuro, após o abandono por parte de Álvaro Amaro, compete aos que ficaram. E Montenegro diz não ter dúvidas de que «da nossa equipa resultará uma candidatura forte, vencedora e de unidade» no PSD da Guarda. Se for ele o presidente do partido, compromete-se desde já a acompanhar o processo. Declarações de Luís Montenegro à Rádio, no final de uma sessão com militantes do distrito.

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Morreu ontem, aos 74 anos, o pintor, escultor e figura da Guarda, Luís Rebelo. Em Junho do ano passado, na última entrevista que deu à Rádio (no programa “Histórias de Vida”, de António Sá Rodrigues) recordava como o gosto pela arte tinha começado na marcenaria do pai. O jeito tornou-se modo de vida e Luís Rebelo começou a ganhar nome no mundo das artes: expôs em todo o país e inaugurou salões no Museu da Guarda, já lá vão mais de quatro décadas. Noutros tempos a cidade dava maior valor aos próprios artistas, lamentava nessa entrevista. Afinal, santos da terra não fazem milagres. Nem ele, que sabia ser conhecido também pela alcunha de "santinho" (pelo facto de esculpir figurs religiosas), facto que o orgulhava.

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Oiça aqui a última entrevista de Luís Rebelo, ao programa "Histórias de Vida":