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Foi a primeira obra inaugurada pela actual equipa da Câmara, depois da saída de Álvaro Amaro. Está aberta a licação entre os  dois edifícios do Teatro Municipal da Guarda. É também da autoria do arquitecto Carlos Veloso e chama-se Edifício Polifónico, cumprindo vários objectivos para além do lado funcional.

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A confirmar-se que não integrará a lista do PSD em lugar elegível [ver notícia anterior aqui], Ângela Guerra poderá estar a despedir-se da carreira parlamentar ao fim de dois mandatos. Se for o caso, a última intervenção aconteceu esta semana em defesa das obras no pavilhão 5 do Hospital da Guarda. A deputada quis ser porta-voz, no plenário, do movimento de apoio à saúde materno-infantil e reclamou a urgência de melhores condições para esta e outras áreas da ULS.

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25 anos depois (ainda era Abílio Curto o presidente da Câmara), o Plano Director Municipal da Guarda está finalmente em revisão. Muitos entraves e muitas alterações da legislação ditaram sucessivos adiamentos mas agora, aparentemente, é de vez. A gestão do território vai ter alterações. Ainda assim, não tantas quantas as que se pensava.

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Carlos Peixoto em primeiro lugar e Carlos Condesso em segundo. Se não houver alterações ou imposições por parte da direcção nacional, estes vão ser os dois primeiros nomes da lista de candidatos a deputados do PSD pelo círculo eleitoral da Guarda, apurou a Rádio.

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A Guarda recusou mais duas competências descentralizadas da administração central para a Câmara. Na educação e na saúde a Assembleia Municipal desta aprovou por maioria a argumentação da autarquia. Num caso porque a contrapartida financeira para tomar conta de edifícios é escassa e criar-se-ia uma discrepância nas carreiras do pessoal a integrar. No outro porque, existindo uma entidade pública empresarial (a ULS), o modelo de descentralização não se enquadra. Ficou, no entanto, ressalvada a votação favorável para que a Comunidade Intermunicipal aceite as competências que entenda. Mas o Partido Socialista votou contra a rejeição porque entende que a Câmara devia fazer um esforço e aceitar algumas das competências. E isto levou o presidente da Junta da Guarda, João Prata, a colocar-se ao lado do executivo e a propôr um significado jocoso para as iniciais PS. O líder da bancada socialista, Agostinho Gonçalves, respondeu na mesma moeda mas não sem destacar a avaliação positiva que faz do adversário político enquanto presidente da junta eleito pelo PSD. E no debate de uma moção apresentada pelo PSD a reclamar o regresso à capital do distrito da força especial de bombeiros (que no Verão passado foi provisoriamente deslocada para Trancoso), o líder do PS reconheceu que a decisão neste momento já é mais política do que técnica.

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A sessão de ontem daAssembleia Municipal da Guarda decorria num tom mais ou menos calmo, até ao momento em que começou a falar-se dos casos judiciais que envolvem Álvaro Amaro e alguns elementos do actual executivo camarário. Foi o lider da bancada do Partido Socialista que puxou o assunto para a discussão. Mas Agostinho Gonçalves abriu e encerrou em tons distintos. E daí veio a discussão com o coordenador da bancada do PSD e com o presidente da Câmara.

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André Santos, arqueológo no Parque do Vale do Côa, é o cabeça de lista da CDU pelo distrito nas próximas eleições legislativas. Depois de ter sido candidato da CDU à Câmara de Vila Nova de Foz Côa em 2017, avança agora para as eleições de 6 de Outubro. E não o desmotiva o facto de a coligação nunca ter elegido um deputado pelo círculo da Guarda. O importante - diz o candidato comunista - é debater ideias e passar a mensagem. Com a autoridade que advém do facto de os deputados CDU sempre terem prestado atenção às causas do distrito da Guarda, memo não tendo por cá eleitos. É a terceira eleição consecutiva em que o candidato provém dos quadros do Parque Arqueológico do Vale do Côa, depois de Luís Luís (em 2015) e José Pedro Branquinho (em 2011).

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