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A Banda da Armada dá esta sexta-feira, às 21h30 no grande auditório do Teatro Municipal da Guarda, um concerto solidário cuja receita (cinco euros por entrada) reverterá integralmente para o serviço de Pediatria do Hospital Sousa Martins. O director da unidade, o pediatra António Mendes, esclarece que a verba não se destinará a suprir carências cuja resolução compete ao Ministério da Saúde mas, eventualmente, à compra de equipamentos que possam apoiar a vertente lúdica e ocupacional das crianças internadas. Cointudo, também espera que a iniativa sirva para sensibilizar para a falta de condições físicas do serviço. Este espectáculo insere-se num programa de beneficência que a Banda da Armada promove em todo o país e António Mendes gostava de ver duas pessoas na assistência: o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a ministra da Saúde, Marta Temido.

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Ana Manso está convencida de que as notícias que que colocam Álvaro Amaro longe da Guarda são exageradas. Ontem, no Fórum Altitude (onde debatemos as perspectivas políticas económicas e sociais para 2019 na região), o tema do futuro imediato do presidente da Câmara veio à baila. A comentadora e antiga dirigente do PSD acha que o autarca só não ocupará um dos primeiros lugares na lista às Europeias se não quiser, sendo muito provável que tenha esse desejo político. Mas dificilmente deixará para trás o compromisso do mandato a que se apresentou aos eleitores da Guarda, considera.

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O novo partido Aliança já tem comissão instaladora para a criação de uma estrutura no distrito da Guarda. José Robalo, até agora militante do PSD, é um dos nomes da nova força partidária fundada por Pedro Santana Lopes e que tem Carlos Pinto, ax-presidente da Câmara da Covilhã, como um dos primeiros aderentes.

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«Desprovido de qualquer sentido da realidade», «irresponável», «auto-convencido» e «fanfarrão» que «só diz disparates». Luís Garra, um dos porta-vozes da plataforma contra as portagens nas ex-SCUT do Interior, não poupa nos qualificativos ao ministro das Infraestruturas, Pedro Marques, depois do anúnico do pacote de descontos para as empresas [ver notícia anterior aqui].

Na apresentação do plano, o governante sublinhou a estratégia de chamar empresas para a região, porque elas trazem mais emprego e isso é mais importante do que reduzir as portagens para todos os utlizadores.

Luis Garra considera essas explicações «uma palermice» e continua a apresentar argumentos em sentido contrário.

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O presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Filipe Camelo, e o presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira, António Dias Rocha, convergem na opinião de que as dívidas que o grupo Águas de Portugal reclama às câmaras têm de ser resolvidas até Fevereiro, a tempo de o processo não ser adiado pelo facto de haver eleições legislativas. Em causa está um encontro de contas entre os valores em dívida e o ressarcimento a que as autarquias dizem ter direito por trabalhos realizados na rede.

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O deputado do CDS, João Rebelo, acusa a federação distrital do PS e os dois deputados socialistas eleitos pelo distrito de serem «complacentes» com as dificuldades na área da saúde na Guarda. Este parlamentar é um dos subscritores de um conjunto de perguntas à ministra Marta Temido, sobre a situação da ULS da Guarda.

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A Câmara da Guarda ainda está «a avaliar» o modelo de funcionamento e gestão do Café Concerto do Teatro Municipal, que desde o Verão apenas abre em dias de espectáculos [ver notícia anterior aqui]. Ainda não há uma decisão, revelou o vereador Vítor Amaral à margem da apresentação da programação para os primeiros meses de 2019 [ver notícia aqui]. Mas a solução salvaguardará a especificidade do serviço público que o equipamento presta, esclareceu o responsável pelo pelouro da Cultura.

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