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O Mercado Municipal da Guarda vai reabrir na próxima quarta-feira, dia 11, revelou esta manhã à Rádio o presidente da Câmara. Carlos Monteiro adianta que está a ser feito tudo, por parte da autarquia, para que seja garantida a limpeza do espaço, a reparação dos danos causados pelo incêndio da passada sexta-feira e o reinício da actividade de todos os comerciantes, mesmo os mais afectados: peixaria, charcutaria e café.

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Se a promessa de requalificação do mercado de S.Miguel já tivesse sido concretizada,  agora à vista uma boa solução para acolher provisoriamente os comerciantes prejudicados pelo incêndio da passada sexta-feira no mercado municipal. Este é o lamento do grupo do PS na Assembleia de Freguesia da Guarda que lembra a propósito o anúncio da requalificação do mercado da Guarda-Gare, feito há mais de um ano. O coordenador do grupo socialista, Fábio Pinto, pede à autarquia duas coisas: urgência numa eventual solução alternativa e rapidez nas obras de recuperação do mercado municipal depois do incêndio da semana passada.

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Começou a Cidade Natal, na Guarda. Até ao dia 25 a Praça Velha é o centro da festa. Uma aposta ganha e para continuar, disse Carlos Monteiro na abertura da primeira edição desde que é presidente da Câmara.

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O empresário Luís Veiga, que integra a plataforma contra as portagens nas autoestradas do Interior, está convicto de que haverá nova redução dos preços.O administrador do maior grupo turístico da região revela que conversou com o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, que lhe terá dado a praticamente a garantia da introdução de descontos para quem resida nosconcelhos atravessados pelas ex-SCUT.

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A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, defende a criação de um programa de apoio ao regresso às zonas do Interior. Tal como o Governo está a chamar de volta os emigrantes (através do programa "Regressar"), também deve dar condições e apoios para o retorno interno às origens. Afirmação feita na Guarda, cidade que Ana Abrunhosa considera que «tem tudo» para uma iniciativa dessa natureza ter sucesso.

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Pode vir a ser uma das histórias de sucesso da nova fileira da produção de pequenos frutos na região da Guarda: vinho de amora, framboesa e também mirtilo. Tudo começou num acaso, revela Pedro Pinheiro, professor que vive na aldeia de Avelãs de Ambom. E de experiência em experiência, a vontade agora é a de colher resultados. Pode estar a nascer um produto diferenciador, exclusivo da Guarda.

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Um ano é o prazo que as empresas construtoras dos Passadiços do Mondego prevêem que a obra demore, devendo assim estar concluída no início de 2021. Há duas empreitadas: uma a cargo da Floponor (empresa do sector florestal, de Trancoso); e outra entregue à Carmo (construtora de estruturas e equipamentos em madeira, com sede em Lisboa). Os trabalhos devem começar no início de Janeiro, como explica Nuno Rua,  da Floponor, numa espécie de visita guiada feita para a Rádio. Onze quilómetros de passadiços mais caminhos e pontes ao longo do Rio Mondego, começando na barragem do Caldeirão e terminando em Videmonte.

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