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Este Verão os Bombeiros da Guarda têm menos uma equipa de combate a incêndios. A corporação está com sérias dificuldades em formar um terceiro grupo permanmente neste período mais crítico dos fogos. Revelação feita pelo comandante, Paulo Sequeira na recente sessão da Assembleia Municipal, onde interveio em nome dos três corpos de bombeiros do concelho. O responsável espera a colaboração da autarquia para colmatar algumas falhas de mobilização de pessoal e apela aos presidentes de juntas de freguesia para que ajudem na captação de voluntários.

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É mais um jovem da Guarda a destacar-se conmo dirigente estudantil. Lucas Chambel tem 21 anos, está em Lisboa no 4º ano do curso de Ciências Farmacêuticas e é vice-presidente da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia. Atento à realidade do mundo farmacêutico, este jovem estudante da Guarda não passa ao lado de um assunto que tem dado alguma polémica no sector e que acaba por ter implicações na generalidade dos utentes das farmácias: a concorrência. Que é mais sentida nas regiões do Interior, diz.

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Pedro Fonseca e Olga Marques são os dois primeiros nomes que a federação distrital do Partido Socialista vai indicar como candidatos a deputados pelo círculo da Guarda às eleições do próximo dia 6 de Outubro. O presidente da estrutura vai propor-se, ele próprio, como nome elegível, primeiro ao secretariado da federação e depois à comissão política distrital, tentando a validação da proposta que depois submeterá aos órgãos nacionais. 

A palavra final acerca da composição e da ordenação das listas de candidatos por cada distrito caberá ao secretário-geral, António Costa, que é também quem escolhe o primeiro nome e pode ainda definir, para cada círculo, a inclusão de uma figura ao abrigo da chamada "quota nacional": normalmente, e a confirmar-se, um membro do Governo que após a eleição regresse ao executivo (no caso de o PS continuar no poder) ou alguém com peso nacional ou regional que se apresente pela primeira vez a sufrágio tendo já no horizonte, também, um ministério ou uma secretaria de Estado.

Ana Mendes Godinho, actual secretária de Estado do Turismo (com ligações familiares ao concelho de Vila Nova de Foz Côa), ou a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, Ana Abrunhosa (que é natural da Mêda), são hipóteses que têm sido admitidas para integrar, ou mesmo encabeçar, a lista do PS pela Guarda.

Aos órgãos distritais do partido cabe aceitar essa prerrogativa do líder nacional. Por isso, a lista a enviar para o Largo do Rato refere o primeiro e segundo nomes mas estes são, na prática, o segundo e o terceiro. Nenhuma estrutura federativa admite expressamente a inclusão de um “paraquedista”, mas todas sabem que essa é a prática comum no partido e que depende unicamente da vontade do núcleo mais próximo de António Costa.

Assim, Pedro Fonseca, que nas últimas legislativas, em 2015, foi o cabeça de lista do PAN pelo distrito [recordar aqui], depois de ter integrado a candidatura independente de Virgílio Bento à Câmara da Guarda em 2013 (que seria afastada após pedido de impugnação apresentado pelo PS), procura agora salvaguardar um lugar elegível pelo Partido Socialista, no qual se filiou em 2016 e onde viria a protagonizar uma meteórica ascensão, desde a candidatura em número 2 na lista à Câmara em 2017 [recordar aqui] até à corrida para a presidência de federação, poucos meses depois [recordar aqui], na qual se tornou líder dos socialistas do distrito, para surpresa de muitos [recordar aqui] e após uma segunda volta disputada com Alexandre Lote.

Para trás ficara, no primeiro sufrágio, o terceiro candidato, José Luís Cabral. Mas o apoio do antigo vice-presidente da Câmara de Celorico da Beira seria determinante na segunda chamada às urnas [recordar aqui]. E esse facto explica a inclusão, agora, de Olga Marques como o nome que vai ser proposto imediatamente a seguir ao de Pedro Fonseca para a lista de candidatos a deputados. A antiga presidente das Mulheres Socialistas no distrito é casada com José Luís Cabral e é irmã de José Albano Marques, o homem forte do PS em Celorico da Beira e ex-líder da federação. 

Os votos daquela concelhia ajudaram, em grande parte, a dar a vitória de Pedro Fonseca na eleição interna. E embora seja hoje presidente da federação socialista igualmente graças à influência da estrutura de outro concelho importante, o de Seia (que indicaria, aliás, Carlos Filipe Camelo para a presidência da comissão política federativa), prevaleceu aquela que é, há mais de uma década, a linha dominante no PS distrital. Seia deverá indicar o terceiro lugar para este elenco de candidatos à Assembleia da República. Ou o quarto, se o cabeça de lista for escolhido em Lisboa.

De resto, Olga Marques já tinha ocupado o terceiro lugar na lista às legislativas em 2015, atrás de Santinho Pacheco e Maria Antónia Almeida Santos. Só depois, na quarta posição, surgiria o militante que meses depois seria presidente da federação, António Saraiva.

Pedro Fonseca chegou a afirmar que não concorria à federação para chegar a deputado [recordar aqui]. Mas as circunstâncias alteraram-se. E o principal argumento do terceiro mais jovem presidente na história de federação da Guarda do PS (depois de António José Seguro e de José Albano Marques, que chegaram ao cargo com menos idade) prende-se, precisamente, com o rejuvenescimento da lista. Mas também com o recentrar da afirmação do partido na capital do distrito, onde é militante e vereador na Câmara. E com a necessidade da recuperação da influência política da Guarda junto do PS nacional, para o que será adequado que o presidente da federação seja, ao mesmo tempo, deputado e tenha acesso aos centros do poder. Por último, mas não menos importante, a conjuntura política que se vive no concelho, após a saída de Álvaro Amaro da presidência da Câmara: o número dois da oposição no executivo municipal pretende assumir um protagonismo cada vez maior, no sentido de em 2021 ou antes (porque não está afastado a hipótese de eleições intercalares) poder ser cabeça de cartaz na autárquicas, um cenário que já era de resto considerado natural até por analistas políticos [recordar aqui]. Para tal aposta na oposição assumidamente mais agressiva na Câmara, procurando desestabilizar politicamente a maioria e em especial o presidente Carlos Chaves Monteiro, e na visibilidade acrescida que o lugar de deputado lhe daria.

É com estas e outras alegações que Pedro Fonseca pretende conseguir fazer passar o próprio nome e o de Olga Marques tanto no secretariado como na comissão política de federação, que reúnem nas próximas semanas para votar a lista. Agora com três lugares apenas na Assembleia da República ao alcance dos candidatos pelo círculo da Guarda, o líder socialista entende que está ao alcance do PS, com esta lista e com o élan de vitória a nível nacional, ganhar e eleger dois deputados, deixando o PSD reduzido a um representante.

Para isso vai também apelar à união e pedir aos críticos internos que se contenham, em nome de um bem maior: o sucesso do PS no distrito e o início do caminho para a reconquista da Câmara da Guarda.

O atletismo de alto nivel regressa hoje à pista do estádio municipal da Guarda. Estão inscritos 190 atletas, alguns deles de primeira linha, e a organização prevê que possam ser batidas várias marcas. As expectativas estão em alta para a edição deste ano, diz António Fragoso, director técnico regional de atletismo.

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Ângela Guerra não se dá por vencida, nas escolhas internas para a lista de candidatos a deputados do PSD pela Guarda, nem considera que o processo esteja fechado pelo facto de a distrital do partido já ter dado a entender que Carlos Peixoto e Carlos Condesso vão ser os primeiros nomes [ver notícia aqui]. A actual deputada, que está a terminar o segundo mandato na Assembleia da República, diz à Rádio que aguarda serenamente a decisão final do presidente do partido, Rui Rio, a quem cabe escolher os cabeças de listas e fazer a ordenação das equipas a candidatar por cada círculo. O trabalho que desenvolveu é a melhor garantia para não se considerar afastada das possibilidades elegíveis, reclama. A não ser que surjam nomes com muito melhor profissional, académico e político, nos quais os eleitores do distrito se possam inequivocamente rever.

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A Câmara Municpial de Freixo de Espada à Cinta pode vir a entrar no capital da Escola Profissional da Guarda. A possibilidade está em cima da mesa, tendo em conta o cada vez maior número de alunos que vem daquele concelho transmontado. A presidente da autarquia, Maria do Céu Quintas, veio à Guarda a conhecer de perto a escola e diz pretender aproveitar ao máximo esta ligação, tendo em conta a oferta formativa e a elevada procura.

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A criação do Centro Nacional para a Educação Rodoviária está a ser tratada entre o Ministério da Administração Interna e a Câmara da Guarda. Depois da moção aprovada por unanimidade na última Assembleia Municipal, a Rádio pediu o ponto de situação ao ministro Eduardo Cabrita, que confirma que o serviço será mesmo criado, dentro de uma lógica de instalação de novas unidades orgânicas no Interior do país: Portalegre já tem o centro nacional para a Formação da GNR e a Guarda vai ter o centro cacional para a Educação Rodoviária e «outra cidade», a anunciar em breve, receberá o comando de protecção e socorro. Ao distrito da Guarda deverão regressar, entretanto, os meios aéreos de combate a incêndios que foram transferidos do aeródromo de Seia para o de Castelo Branco.É uma situação provisória, devia a anomalia técnica na pista da Serra da Estrela, assegurou Eduardo Cabrita à Rádio.

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