Na reunião da Câmara da Guarda que teve lugar esta semana (a segunda desde que foi decretado o estado de emergência e a seguir o de calamidade), mais uma através de videoconferência, a vereadora do Partido Socialista acusou o presidente do executivo de estar a «suspender a democracia». Cristina Correia considera que já é tempo de voltar à normalidade, no que tem a ver com a periodicidade das reuniões (duas vezes por mês) e de forma presencial. Na resposta, o presidente da Câmara diz que o facto das sessões do executivo continuarem a ser realizadas por videoconferência tem a ver simplesmente com as orientações do Governo. ECarlos Chaves Monteiro garante que não há por parte da maioria falta de sentido democrático, visto que os assuntos têm sido discutidos por todo o executivo. Rejeita, por isso as críticas e contrapõe um desafio: que os vereadores do PS apresentem propostas concretas e importantes para a Guarda e para os munícipes, em vez de se centrarem nas questões formais.

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