Primeiro é preciso tratar da questão da saúde publica e de apoios prioritários e só depois começarão a aplicar medidas de compensação económica à população em geral e aos empresários em particular. É a estratégia que a Câmaea da Guarda está a seguir, diz o presidente, Carlos Monteiro, justificando com isso a decisão de, para já, haver um prolongamento no prazo de pagamento das facturas da água. A redução ou isenção temporária de tarifas, taxas e impostos é uma medida para implementar mais tarde. O autarca recorda que os débidos aos consumidores que vencem no corrente mês referem-se «a uma facturação que não tinha nada a ver, ainda, com o período da pandemia» e que a extensão do prazo de pagamento tem, para já, o objectivo de evitar deslocações, sobretudo de uma faixa significativa da população que mantém a prática de fazer os pagamentos através de meios presenciais. A seguir virá a fase em que a Câmara ajudará a «relançar a economia» das famílias, das empresas e das instituições do concelho. E aí poderá aplicar reduções tanto na factura da água como noutras taxas e impostos municipais, admite Carlos Monteiro, lembrando que as medidas têm de ser tomadas tendo em conta, também, a escala e a dimensão de cada município.

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