A criação na Guarda da Secretaria de Estado da Acção Social é «razão de esperança para o nosso lado», na opinião do Bispo da Guarda. D. Manuel Felício considera boas notícias para a região a localização da estrutura e a existência de membros do Governo que têm aqui raízes. Mas o prelado espera que o Orçamento de Estado dê um sinal de reconhecimento às instituições de solidariedade pelo papel social que desenvolvem no terreno, sobretudo em zonas carenciadas. Ainda assim, considera que também as IPSS têm de se reinventar e alargar áreas de influência. Novos problemas pedem inovadoras respostas sociais.

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