Um ano é o prazo que as empresas construtoras dos Passadiços do Mondego prevêem que a obra demore, devendo assim estar concluída no início de 2021. Há duas empreitadas: uma a cargo da Floponor (empresa do sector florestal, de Trancoso); e outra entregue à Carmo (construtora de estruturas e equipamentos em madeira, com sede em Lisboa). Os trabalhos devem começar no início de Janeiro, como explica Nuno Rua,  da Floponor, numa espécie de visita guiada feita para a Rádio. Onze quilómetros de passadiços mais caminhos e pontes ao longo do Rio Mondego, começando na barragem do Caldeirão e terminando em Videmonte.

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