O Partido Socialista, pela voz do vereador Eduardo Brito, volta a desafiar a maioria PSD para a realização de eleições intercalares para a Câmara da Guarda. Não pelos motivos que invocou logo após a saída de Álvaro Amaro [recordar notícias aqui e aqui] mas por uma questão de clarificação perante a atitude que o líder do PS no executivo municipal acusa o actual presidente da autarquia de assumir sempre que lhe é pedido um esclarecimento. Desta vez a crítica veio a propósito das demissões na comissão que prepara a candidatura a Capital Europeia da Cultura. Carlos Chaves Monteiro responde que tudo isto não passa de  uma estratégia de distração por parte do vereador socialista: Eduardo Brito quererá renunciar ao lugar de eleito na Câmara mas está preso à promessa, feita na campanha eleitoral de 2017, de que ficaria até ao final do mandato, fosse em que condição fosse. E por isso precisa de forçar um pretexto para sair, insinua o presidente.

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