Cristina Correia é a nova vereadora do Partido Socialista. Tomou posse esta segunda-feira no lugar deixado vago pela renúncia de Pedro Fonseca na oposição. A voluntária social é a número 3 da lista que o PS apresentou às autárquicas de 2017 e embora independente já tinha experiência política: fez parte, então como eleita do PSD, de executivos da antiga junta de freguesia de S. Miguel da Guarda (liderados por João Prata) e em 2013 integrou a candidatura do movimento “A Guarda Primeiro”, de Virgílio Bento e Manuel Rodrigues, tendo concorrido na lista de José Manuel Brito à nova freguesia da Guarda (que não foi a votos devido à impugnação pedida pelo PS). Agora assume um lugar onde espera dar particular atenção à área social. A bancada do Partido Socialista na Câmara fica assim reforçada, assinala o líder, Eduardo Brito, ao mesmo tempo que garante que o partido «está sereno». Tanto quanto o vereador sabe, não houve mais demissões para além das de Pedro Fonseca e do restante secretariado distrital [ver notícias aqui e aqui]. E mesmo a ameaça feita pelo presidente da concelhia não terá sido consequente, apesar de a lista de candidatos às legislativas ter acabado por ser a que os órgãos nacionais escolheram. De resto, nem mesmo Eduardo Brito considera que tenha chegado a sugerir literalmente [ver notícia aqui] que tivesse de avaliar, pelos mesmos motivos, a própria permanência. O tempo é de concentrar esforços para uma expressiva vitória em 6 de Outubro. Depois, sim, o PS terá de procurar um rumo ou no mínimo «fazer uma discussão». A pensar na reconquista da Câmara da Guarda e com uma estratégia «à Bruno Lage». Na qual será preciso «que as agendas pessoais se apaguem em favor de uma agenda maior que é a Guarda», avisa.

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