As declarações do vigário-geral da Diocese da Guarda à Rádio, no início deste mês, chegaram à Assembleia da República. Manuel Pereira de Matos garantiu na altura [ver notícia aqui] que é um engano a ideia de que se possa fazer um restauro do antigo órgão de tubos da Sé da Guarda, destruído nas invasões francesas e desmantelado na primeira década do século XX, porque «não há nada» para restaurar. Agora, o deputado Santinho Pacheco pede à ministra da Cultura que explique em que ponto está o processo. O parlamentar socialista quer que o Governo lidere a concretização «desta ambição da Guarda». No final do ano passado, projecto de um órgão de 12 toneladas que custaria 600 mil euros (e que já tinha sido explicado também por Manuel Pereira de Matos aqui), foi abandonado pela Direcção Regional de Cultura do Centro, com o argumento de que a nova estratégia passaria pelo restauro do antigo instrumento.

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