A Assembleia Municipal de Abril vai ser o palco da despedida de Álvaro Amaro da presidência da Câmara da Guarda. É o respeito institucional, por um lado, e a oportunidade para prestação de contas, por outro, pois nessa sessão ordinária será apreciado o relatório financeiro de 2018. O autarca quer sair depois de mostrar que o reequilíbrio financeiro foi «uma das grandes obras». A partir dessa altura Álvaro Amaro será oficialmente candidato ao Parlamento Europeu mas apenas suspenderá as funções. Só renunciará quando tomar posse como quinto eleito do PSD em Bruxelas e deixar então de ser o sexto presidente da Câmara da Guarda da era democrática. A equipa com que trabalhou desde 2013 está «preparada» e tem a missão de prosseguir a concretização do programa eleitoral. Nesse aspecto parte tranquilo, pois «se não confiasse no cimento da equipa ponderaria não ter dado este passo». São esses elementos, desde o novo presidente, Carlos Monteiro, à nova vereadora, Cecília Amaro, que vão cumprir a palavra com que Álvaro Amaro se comprometeu «em nome de todos» na reeleição em 2017. Projectos que estão em obra, em concurso ou ainda no papel mas que deverão marcar a segunda metade deste mandato, antes da avaliação pelos eleitores em 2021. Explicações dadas ontem em conferência de imprensa, antes de um encontro com os eleitos na Assembleia Municipal e nas freguesias. O PSD não perdeu tempo a prosseguir o "toque de reunir" para preparar os desafios que agora começam.

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