Os cerca de 40 trabalhadores que prestavam serviço a título precário para a Câmara da Guarda (a maior parte através de contrato de avença que terminou a 30 de Junho) já não se apresentam hoje. Foram dispensados até que seja dado início a um processo de «regularização com regras», nas palavras de Álvaro Amaro, e a autarquia defina de quantos necessita, para que áreas e em que condições. A decisão foi comunicada na sexta-feira aos trabalhadores e confirmada nesse mesmo dia na sessão da Assembleia Municipal, em resposta a uma interpelação do PS, bancada à qual o presidente da Câmara respondeu que «nós não despedimos ninguém, mas os senhores [o último executivo de maioria socialista] iam despedir os das empresas municipais, que eu integrei». A fase agora em curso é para «regularizar aquilo que é regularizável» mas «na pura gestão de recursos humanos». Ao que o líder da concelhia do PS, Agostinho Gonçalves, retorquiu que antes de 2013 «esta cidade não foi gerida por tontinhos e por parvinhos». E a discussão prosseguiu neste tom.

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