O problema foi o ano de 2013: o candidato à comissão política do PSD da Guarda, Júlio Santos, reconhece que concorre porque ainda estão vivas, entre os social-democratas do concelho, as feridas daquelas eleições autárquicas. Ao fim de 37 anos de tentativas, Álvaro Amaro chegou, viu e venceu. Só que não prestou atenção aos militantes. E estes, na expressão do candidato, «adoram» o presidente da Câmara mas não aceitam que haja «confusão entre a autarquia e o partido». Júlio Santos quer um  PSD local envolvido «com as bases», menos «sentado numa sala» e mais «com encontros onde se possa descontraidamente conviver». Evoca, como bom exemplo, «a sardinhada que fez a concelhia do Dr. Manuel Batista Rodrigues em Aldeia Viçosa». Foi «uma vitória para o PSD», recorda. E é um símbolo do espírito que o candidato à liderança da concelhia diz que o partido perdeu, desde que Álvaro Amaro tem procurado exercer a tutela plena.

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