Álvaro Amaro foi eleito para mais um mandato de quatro anos à frente dos Autarcas Social-Democratas.  Já o tinha sido, em Dezembro, para a presidência da mesa do congresso da Associação Nacional de Municípios. Serão demasiados compromissos para deixar a meio, em nome de uma carreira que possa prosseguir na política nacional ou, até, europeia? O presidente da Câmara da Guarda repete que nunca deixou nenhum mandato a meio. Mas essa é, apenas, «uma constatação». Incerto, porém, pode ser o futuro. Foi a resposta de Álvaro Amaro no final de um fim-de-semana que juntou na Guarda a Academia do Poder Local e o Congresso dos Autarcas Social-Democratas. O encontro leve a descentralização como tema de fundo e o reeleito presidente dos ASD diz constatar que «nada está a ser feito» na descentralização de competências do Governo para os municípios. Já Pedro Passos Coelho, que fez na abertura da Academia uma das últimas aparições enquanto presidente do PSD, tinha lamentado que esta seja «uma reforma adiada».

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