É uma situação que as associações de bombeiros classificam como «aflitiva». Agora que terminou a pior época de fogos florestais das últimas décadas as corporações fazem contas: o pagamento pelo trabalho suplementar foi o único que as croporações receberam. Tudo o resto está em atraso, denuncia Paulo Amaral, presidente da Federação de Bombeiros do distrito da Guarda. As dívidas do Estado ultrapassam um milhão de euros.

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