É mais uma denúncia da QUERCUS sobre a poluição no Rio Noéme: o responsável da associação ambientalista na Guarda reuniu recentemente com a empresa “Águas de Llisboa e Vale do Tejo” e diz ter recebido a informação de que o efluente da empresa têxtil que existe na zona continua sem ser encaminhado para a ETAR de São Miguel. Bruno Almeida quer, por isso, mais explicações tanto da empresa como da Câmara. Quem vive nas proximidades há muito não esconde a revolta pela situação [recordar reportagem aqui]. O actual executivo municipal justificou, a dada altura, o atraso na resolução do problema com a ausência de candidatura anterior a fundos comunitários [notícia aqui] e, posteriormente, com a situação financeira do município, segundo foi explicado à própria QUERCUS [lembrar aqui]. O impasse tem permitido, até, que a empresa rejeite publicamente responsabilidades, ao ponto de um dos seus administradores ter declarado que a poluição no rio é mais culpa dos habitantes da cidade do que da unidade têxtil [relembrar aqui].

 

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