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José Albano Marques quer voltar a liderar directamente a federação da Guarda do Partido Socialista. O ainda há dias eleito presidente da concelhia de Celorico da Beira foi líder distrital entre 2008 e 2016 mas teve de sair por limitação de mandatos. Agora apresenta-se de novo com o objectivo de levar o partido a reviver as vitórias. O processo autárquico é a prioridade das prioridades e a reconquista da Câmara da capital do distrito um dos grandes objectivos. Depois do vazio directivo que se seguiu ao abandono de Pedro Fonseca, há mais coisas que um lider federativo tem de fazer, como promover a união de um partido onde cabem todos os militantes. José Albano Marques acha que é o homem certo para esse desígnio e, em entrevista à Rádio, reclama créditos da anterior passagem pela liderança.

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Janeiro de 2021: é quando os comboios vão voltar a circular na Linha da Beira Baixa. Assim haja operadores interessados, refere à Rádio o director de empreendimentos da Infraestruturas de Portugal, José Clemente, que lembra que o uso da via dependerá das estratégias comerciais da CP e das outras empresas. Mas as obras  e a certificação do troço Guarda-Covilhã deverão ficar prontas antes do final do corrente ano. Até lá a estação da Guarda também vai ter mudanças nas linhas, tendo em conta a ligação à Beira Baixa e também para receber cruzamento de grande composições. José Clemente esclarece também que com a abertura da concordância das Beiras (na zona dos Galegos) só deixará de haver trânsito de comboios de mercadorias que circulem pela Linha da Beira Baixa de e para a Europa. A gare ferroviária da Guarda não perderá importância, sobretudo no tréfego de passageiros. Quanto ao terminal de mercadorias, um novo concurso para a concessão e exploração só deverá avançar depois de 2023, quando concluídas as obras de remodelação da Linha da Beira Alta. Até lá, todo o terreno junto à estação da Guarda tem de ser utilizado como estaleiro.

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A secretária de Estado da Valorização do Interior faz um apelo à mobilização de empresas, instituições e trabalhadores para que se candidatem às medidas que o Governo vai disponibilizar para os territórios de baixa densidade. Isabel Ferreira sublinha que o sucesso dos vários programas de apoio depende do número de candidaturas que forem apresentadas. Diz também que as regiões de fronteira devem ser encaradas como «territórios únicos» e de «enorme centralidade» no contexto ibérico e europeu.

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Alexandre Lote é candidato à presidência da federação distrital da Guarda do Partido Socialista. Dois anos depois de ter ganho à primeira volta e perdido à segunda (contra Pedro Fonseca, que foi eleito presidente mas não terminou o mandato), o vice-presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres avança de novo. Em entrevista à Rádio, diz que pretende liderar para vencer. Entre as vitórias que, se for presidente da federação, pretente ajudar a alcançar está a da capital do distrito nas próximas autárquicas. Para isso o partido tem de continuar a credibilizar-se. Um caminho que começou a ser percorrido nas eleições legislativas. Alexandre Lote defende «um PS vencedor», como um todo, assente em três pilares: o respeito pela própria história; a abertura à sociedade; e o envolvimento e o permanente contacto com os militantes. Afirma também que os socialistas do distrito têm de saber estar à altura da aposta que o Governo faz em políticas de coesão territorial.

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A nova zona industrial de Trancoso está pronta e vai ser inaugurada no final do mês. O processo começou há 4 anos com a compra dos terrenos e com uma candidatura a fundos europeus, entretanto aprovada. A ideia é atrair investimento e criar mais postos de trabalho.Terá uma área total de quase 5 hectares nos arredores da cidade e a Câmara já aprovou o regulamento. As candidaturas aos primeiros 10 lotes de terreno estão abertas até meados de Abril. O investimento total é de quase 850 mil euros e a autarquia obteve um financiamento europeu de 710 mil. Amilcar Salvador confia em que até ao final do próximo ano a nova zona industrial esteja a laborar em pleno. A ideia é expandir negócios já instalados, mas também atrair novos investidores. Manifestações de interesse já existem.

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Todos os meses há novos produtores de vinho na Beira Interior. O presidente da comissão vitivinícola, Rodolfo Queirós, é testemunha de que a actividade está em forte expansão. Até os concelhos que tradicionalmente não eram produtores têm agora marcas próprias.

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Juntas no mesmo objectivo de pressionar o Governo: as coordenações distritais do Bloco de Esquerda da Guarda, Castelo Branco e Coimbra exigem a conclusão do IC6 e a consequante ligação a Seia e à Covilhã. O coordenador do partido na Guarda, Bruno Andrade, diz que é urgente retomar as obras. O IC6 é um itinerário complementar que faz parte do Plano Rodoviário Nacional, projectado para ligar Coimbra à Covilhã (através do interior do distrito de Coimbra e da encosta sul da Serra da Estrela), passando pelos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital e Seia. No entanto nunca foi concluído, estando construída apenas a ligação entre o IP3 (na zona de Penacova) e a EN 17 em Candosa (já perto de Oliveira do Hospital).

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