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O presidente da empresa “Águas do Vale do Tejo” não quer entrar na discussão acerca das dívidas das autarquias ao grupo “Águas de Portugal”. Quando foi tornado público o relatório de contas da empresa-mãe de todos os sistemas multimunicipais, a Guarda era apontada como devedora de quase 26 milhões de euros. A Câmara refutou esse montante [ver notícia aqui], esclarecendo que o valor acumulado ao longo de quase década e meia (primeiro à empresa Águas do Zêzere e Côa depois à Águas de Lisboa e Vale do Tejo e agora Águas do Vale do Tejo) seria cerca de metade e que mesmo assim o apuramento final dependeria das decisões dos tribunais, em relação aos processos que quase todos os municípios interpuseram. Após a mais recente reunião do conselho de administração da empresa, que formalmente tem sede na Guarda,, José Sardinha não quis acompanhar nenhuma das versões. É um problema entre accionistas.

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O governo alargou aos distritos da Guarda, de Castelo Branco e de Bragança os apoios para a captação e fornecimento de água para animais. É uma medida de emergência para casos de seca. Já estava em vigor em concelhos dos distritos de Évora, Beja, Setúbal e Portalegre mas o Ministério da Agricultura admite a existência de risco também no Interior Norte. Há situações preocupantes em alguns concelhos, que justificam este apoio extraordinário, reconhece o director técnico da Associação de Criadores de Ruminantes da Guarda, Paulo Poço.

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O Partido Socialista diz ter dúvidas sobre a «legalidade da intervenção» na Barragem no Caldeirão, onde a Câmara quer instalar uma piscina fluvial e construir um centro náutico. A piscina - uma estrutura flutuante, semelhante às que existem noutras albufeiras do país - já está adjudicada. O centro náutico será estrutura de apoio à prática de desportos (vela, remo e canoagem) e ao uso de embarcações sem motor, vocacionada para o apoio a valências do desporto escolar. Ontem, na sessão do executivo municipal, o vereador do PS, Joaquim Carreira, questionou toda a intervenção, nomeadamente no que respeita a licenciamentos e pareceres. E lamentou não ter recebido os elementos que solicitara na anterior reunião. O presidente da Câmara, Álvaro Amaro, responde com uma pergunta: «Cabe na cabeça de alguém que estivéssemos a construir sem as devidas autorizações?». E alega que o PS «passa a vida a incomodar-se com coisas de que os guardenses gostam».

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As três últimas edições da Volta a Portugal representaram um investimento conjunto de «mais de cem mil euros» para a Câmara da Guarda, revela o presidente, Álvaro Amaro. Mas autarca faz questão de sublinhar que o plano negociado para ter efeito a partir de 2015 incluiu a chegada da "etapa-rainha" em 2016 e em 2017, tendo a Guarda substituído a Torre (na Serra da Estrela) na meta do mais importante segmento da prova. E lembra que o acordo contemplou o pagamento das dívidas em atraso por anteriores edições. Para o novo mandato, «tudo está em aberto».

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Venceu várias vezes a Volta a Portugal e foi um dos melhores ciclistas portugueses de sempre. Marco Chagas, agora comentador, vê no guardense David Rodrigues um valor seguro da modalidade e augura-lhe uma boa carreira no ciclismo nacional.

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É mais um investimento na fileira da indústria de componentes para automóveis na Guarda. A Coficab vai ampliar a fábrica em Vale de Estrela, investindo oito milhões de euros na construção de uma nova nave industrial, com cerca de 5 mil metros quadrados de área. A empresa fez novos contratos de fornecimento de cabos a marcas de topo e precisa de espaço,  tecnologia e mão-de-obra, explica o director-geral João Cardoso em entrevista à Rádio. Trata-se de acompanhar a procura a evolução do sector, nomeadamente na mobilidade eléctrica e na condução autónoma. Este investimento permitirá criar cerca de quatro dezenas de postos de trabalho, alguns deles altamente qualificados nas áreas da engenharia e da investigação.

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O assunto do financiamento já se tornou uma tradição nos discursos de aniversário dos Bombeiros  da Guarda. No domingo, o presidente da direcção insistiu – uma vez mais – na necessidade de criar um cálculo que sirva de padrão para a Câmara sustentar as corporações do concelho. Mas evolução desde 2014 até agora merece o reconhecimento de Luís Borges.

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