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O partido Iniciativa Liberal quer chamar a atenção para o excessivo peso do Estado em tudo: na economia, na decisão e na sociedade. Paulo Carmona é o cabeça de lista pela Guarda. Gestor, empresário e antigo presidente da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis, o também dirigente da Ordem dos Economistas e presidente do Fórum dos Administradores de Empresas concorre pelo distrito onde tem raízes e onde sente que falta liberdade de escolha.

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É o acontecimento do Verão  freguesias do concelho do Sabugal. A época das capeias e vai durar até finais de Agosto. Esta peculiar corrida de touros com o forcão continua a atrair milhares de aficionados e faz multiplicar a população do concelho durante algumas semanas. Há localidades da raia, fortemente marcadas pela emigração, que enchem de naturais e descendentes. Alguns já são de terceira geração, não nasceram em Portugal mas consideram a aldeia dos antepassados como a própria terra e envolvem-se no mais importante dos festejos. É uma tradição essencial à matriz cultura e à economia do concelho do Sabugal, diz o natural dos Fóios  e economista e investigador, José Pires Manso.

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Há mais um desporto radical: o “Slackline” provavelmente ainda é pouco conhecido mas este fim-de-semana os melhores da  modalidade mostram-se em Fornos de Algodres, no campeonato da Europa. As provas de qualificação apuraram 15 atletas de 6 países. A Câmara quer fazer apostas diferentes, diz o vice-presidente, Alexandre Lote. E as novas modalidades ditas radicais podem ser um bom chamariz para o turismo e para a economia da vila.

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Uma das propostas do PSD para a próxima legislatura é a redução do preço das portagens nas auto-estradas do Interior. «Palavra de honra», promete o cabeça de lista, Carlos Peixoto, desafiando desde já as outras forças partidárias a acompanharem a futura iniciativa social-democrata. Declaração feita na apresentação do programa eleitoral para o círculo da Guarda. José Valbom vai ser o mandatário distrital. Uma relação com o PSD que se extinguirá na noite nas eleições, esclarece desde já o médico.

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Esta quarta-feira revive-se a Paradise Dream em Castelo Rodrigo.Vinte anos depois o então grupo de jovens recria uma aventura musical na aldeia histórica. Vai ser «o melhor sunset do país», assegura Carlos Condesso, um dos promotores. Começa às 17h00, este ano com especial preocupação ambiental.

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Nesta altura já é uma certeza: o novo relvado sintético de Vila Cortês do Mondego não vai ficar pronto a tempo do jogo da Taça de Portugal com o Ginásio Figueirense. As obras estão paradas há cerca de dois meses e não vão estar concluídas para o jogo da primeira eliminatória da Taça a 8 de Setembro. O atraso deve-se a problemas com um subempreiteiro e não com o empreiteiro principal nem com a Câmara da Guarda, diz Lúcio Valente, presidente da Junta de Freguesia e do clube. Mas o autarca lamenta a situação e confirma o jogo com o Figueira no Estádio Municipal da Guarda.

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Está "atrasado" o "comboio" para a rotunda da Avenida da Estação, na Guarda. O arranjo viário foi feito e a estrutura, em forma de ponte ferroviária sobre um espelho de água, encontra-se pronta há meses. Mas falta o "material circulante".

No projecto desta “Homenagem ao Caminho de Ferro” que a Câmara a mantém a intenção de fazer previa-se o estacionamento de uma locomotiva da construtora norte-americana ALCO, da série 1500 da CP.  Seria a máquina 1505, uma das 12 pioneiras da tracção a gasóleo na bitola ibérica, que entraram o serviço no final da década de 40 com apoios do Plano Marshal e numa estratégia europeia de redução da dependência do carvão.

No resto do troço de linha que se vê na rotunda oval, junto ao Parque Urbano do Rio Diz, seria feita a instalação arquitetónica de bloco estilizado, inspirado numa carruagem.

Mas a locomotiva 1505 (que circulou na Linha da Beira Alta nos comboios internacionais para a Espanha e França) encontra-se, afinal, em processo de classificação patrominial no núcleo histórico das oficinas do Barreiro.

A Câmara da Guarda teve de optar por outra, agora da série 1400, uma das mais comuns da antiga frota a diesel da CP e das mais utilizadas nas linhas da Beira Alta e da Beira Baixa.

De construção britância (com várias unidades montadas em Portugal na desaparecida SOREFAME), teve 67 máquinas ao serviço, quase todas já abatidas. Sobraram algumas, que nos últimos anos foram restauradas e pintadas com as cores originais da CP (azul e branco), sobretudo para fins turísticos.

Uma das primeiras foi a 1453,  que já não circula e está parada num dos parques da Empresa de Manutenção Ferroviária. É esta a que a EMEF quer agora ceder à Câmara da Guarda, juntamente com uma velha carruagem da marca Schindler.

Importadas da Suíça nos anos 50, as Schlinder caracterizavam-se pelas  janelas amplas que permitiam apreciar a paisagem e circularam na Linha do Douro. As que resistiram, já no início deste século, ao envio para a sucata acabaram restauradas para a função original, fazendo parte de comboios turísticos entre o Porto, a Régua o Pinhão e o Pocinho.

A unidade que a Câmara da Guarda se prepara para adquirir encontra-se há muito fora de circulação e está degradada e coberta de grafitis. O monumento à ferrovia na confluência das avenidas da Estação e de São Miguel deverá recebê-la nos próximos meses, juntamente com a locomotiva 1453, após limpeza e restauro. E depois, também, de apurados os custos para a autarquia.

Subsistem dúvidas sobre as responsabilidades financeiras associadas à cedência das peças e por isso o presidente da Câmara, Carlos Chaves Monteiro, mandou retirar este ponto da ordem de trabalhos da reunião da passada segunda-feira do executivo municipal.

Mas a intervenção é para ser feita e as peças são para colocar na rotunda, assegura.

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